DÚVIDAS

Linguagem simbólica e icónica
Por favor, tenho uma dúvida, que também posso considerá-la como falta de raciocínio lógico, mas optei por pedir uma ajuda quanto à linguagem icónica, sempre me deixa indefinida, mesmo sabendo que linguagem é bem exata... Enfim... Qual a real diferença entre linguagem simbólica e a linguagem icónica? Li alguns explicativos sobre os tipos de linguagem, porém esta diferença não me entra ainda no entendimento... Se for possível, também gostaria de ler alguns exemplos para melhor compreensão.
Os acentos, os hiatos e os ditongos decrescentes
As formas “saía”, “saías” e “saíam” recebem acentuação segundo a regra: "acentuam-se 'i' e 'u' tônicos, quando hiatos, sozinhos ou com 's' na mesma sílaba, contanto que não venham, logo na próxima sílaba, seguidos de 'nh'". Sei que em “saía”, e.g., o 'i' faz hiato tanto com a vogal anterior quanto com a posterior (sa-í-a), mas, suponho, basta um hiato para a regra acima se aplicar. Destarte, as formas 'ia' (i-a), 'ias' (i-as) e 'iam' (i-am), todas, como se viu, dissílabas, e, portanto, fazendo 1 hiato, não deveriam ser acentuadas? Ou, para isso, há que formar hiato, obrigatoriamente, com a vogal anterior, como em “saía”? Creio que não. Reafirmo, pois, minha pergunta: quede o acento das formas supras do verbo ir (e, se não existem, por quê, já que, pelo hiato, como demonstrei, parecia-me claro que deveria haver)? Agradecido.
Superlativo absoluto simples, ou sintético
Gostaria de conhecer prontuário de português (ou outro livro) que me esclarecesse sobre as formas correctas de escrever e dizer adjectivos no "superlativo absoluto simples", designação do meu tempo de estudante, que sei, agora, designar-se de outra forma. Ex.: pessoal – "pessoalíssimo" ou "personalíssimo"? Chique – "chiquíssimo" ou "chiquérrimo"? Muito obrigado pela vossa sempre "prestimosíssima" ajuda.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa