Marmáride, marmárida e marmárico
Marmáride é o gentílico da Marmárica, antiga região entre a Líbia e a Cirenaica, funcionando como substantivo de dois gêneros e também como adjetivo. Neste último caso, parece ser também de dois gêneros.
Quanto a marmárico, gostaria de saber se o mesmo deve ser entendido apenas como adjetivo, ou como adjetivo e substantivo.
Muito obrigado.
Neologismos no Brasil
Gostaria de saber se há uma lei no Brasil que proíbe a utilização de neologismos. Estou fazendo um trabalho sobre isso e não encontrei nada a respeito. Pelo amor de Deus, me respondam o mais rápido possível!
As palavras massa e fofo
As gírias massa e fofo são sinônimas equivalentes?
Caso não, quais as diferenças exatamente?
Tipo assim: «Ah, mas ele é muito fofo!», e: «Ah, mas ele é muito massa!» (não como ofensas... mas como elogios!).
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
Uso do auxiliar ter e do pretérito mais-que-perfeito do indicativo
No uso de formas verbais, tenho dúvidas sobre o uso dos verbos ter e haver como auxiliares.
– Em expressões como «Tinha-me preparado para a docência»/ «havia-me preparado para a docência», gostaria de saber se são equivalentes, se se pode usar um verbo ou o outro indistintamente. Neste caso coincidiria com o tempo verbal chamado em espanhol pretérito pluscuamperfecto: «Me había preparado para la docencia».
E também [queria saber] se é equivalente à expressão: «preparara-me para a docência.» Acho que neste caso a forma verbal em português é o pretérito-mais-que-perfeito, e coincidiria com o que dizemos em galego: «Preparárame para a docencia.»
Outros exemplos similares: «Ele disse que havia tido uma espécie de alergia na pele.»/«Ele disse que tinha tido uma espécie de alergia na pele.»/«A moça entrou e disse que tivera um sonho terrível.»
– Em espanhol: «Él dijo que había tenido una especie de alergia en la piel.»/ «La chica entró y dijo que había tenido un sueño terrible.»
– Em galego: «El dixo que tivera unha especie de alergia na pel.»/ «A rapaza entrou e dixo que tivera un soño terrible.»
O elemento de formação terato-
Há um sufixo que possa ser usado com terato-?
Obrigado!
A sintaxe do verbo apelar, novamente
Qual é o uso correto na seguinte frase:
«A DGS apelou para a tranquilidade das pessoas que tomaram a vacina», ou «A DGS apelou à tranquilidade das pessoas...»?
Ou, melhor ainda, deveria ser «A DGS apelou às pessoas que tomaram a vacina para se manterem tranquilas»? Parece que há uma fixação com o uso obrigatório do «apelar para», o que nem sempre está correto, certo?
Muito obrigada.
O uso de cujo/a = «de quem»
Em Auto de Filodemo, de Luís de Camões, há uma passagem coloquial assim:
«Dionísa: Cuja será? Solina: Não sei certo cuja é.»
Em linguagem hodierna, seria mais comum ouvir/ler «de quem será?», «não sei certo de quem é».
Esse uso de cujo lembra-me o uso de cujus no latim:
Cujus filius Marcus est? («De quem Marcos é filho?»)
Em seu livro, Tradições Clássicas da Língua Portuguesa, o Padre Pedro Andrião diz ser possível tal uso e dá-nos uma lista grande de exemplos nos autores clássicos, desde Camões, Sá de Miranda, a Garrett, Camilo etc.
Pois então, vos pergunto, que recomendam? É lícito o uso?
Mais de 80% da Internet é…
Qual a concordância correta: 1) Mais de 80% da internet é utilizada por internautas incautos; 2) Mais de 80% da internet são utilizados por internautas incautos.
A análise sintática de «como amigas»
Na frase «Elas eram tratadas como amigas», «amigas» pode ser considerado um adjetivo?
O uso da palavra torniquete
Eu gostaria de saber se em Portugal é normalmente usada a palavra torniquete, o dispositivo para o acesso de pessoas.
Obrigada por esclarecer a minha dúvida.
