DÚVIDAS

Construção de frase: um que a mais
Na reformulação de uma frase aproveitando outra já construída chegou-se ao seguinte: «A florista de Rosa Maria que propagandeava o seu serviço exibindo um postal de Rosa Mota, a quem jurava ter vendido flores.» As pessoas, a quem tenho colocado a questão, dizem-me que está correcta. A mim parece-me que deveria ser: «A florista de Rosa Maria propagandeava o seu serviço exibindo um postal de Rosa Mota, a quem jurava ter vendido flores.» Mantendo-se o que, a frase estaria incompleta. Será assim?
Húngaro-Valáquia
A região de "Ungro-Valáquia" (Europa Oriental) deve ter o seu nome escrito em português assim mesmo, ou seria melhor grafarmos "Húngaro-Valáquia"? O Aulete Digital consiga moldo-valaco e moldo-valáquio como gentílicos de Moldo-Valáquia, antigo principado e berço da atual Romênia, em que o elemento antepositivo é forma reduzida de Moldávia ou moldávio. Como o adjetivo húngaro, extenso, faz também as vezes de adjetivo antepositivo reduzido, creio que provavelmente é ele que devemos usar no caso. Já do topônimo Hungria, penso não haver forma reduzida dele. Com a palavra o nosso auríssimo Cibedúvidas. Muito obrigado.
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