A conjunção mas e as vírgulas
Em relação à colocação da vírgula antes da conjunção mas, pergunto se a mesma é obrigatória ou se, por razões estilísticas, a mesma seja dispensável.
A frase que apresento pertence a um texto de Afonso Reis Cabral e não sei se não terá sido descuido/omissão da editora:
«Ele explica-lhe que era o mesmo MAS não morrera na temporada anterior.»
Neste caso, a vírgula deveria constar?
Obrigado.
Se + indicativo
Ensino o Português a Estrangeiros e muitos alunos estão a aprender o conjuntivo. Em todas as gramáticas para este fim, a conjunção se é seguida por um futuro do conjuntivo em situações como a seguinte: «Se não houver ajuda, é/será tudo mais difícil.»
No entanto, ouço repetidamente na televisão o uso do presente do indicativo em situações deste género. Ex: «Se não há coordenação, há de facto mais problemas.»
Estas duas frases estão corretas? Como interpretar isto?
Agradeço antecipadamente a vossa resposta à minha dúvida. Muito obrigada pelo vosso trabalho. Recorro frequentemente à vossa página para esclarecer as minhas dúvidas.
Assímptota
Qual a maneira correcta de escrever o conceito matemático abaixo indicado. ASSÍNTOTA ou ASSIMPTOTA?Cá vai então a definição: Uma recta r diz-se assintota/assimptota da curva C representativa d3 de uma função f, se a distância de qualquer ponto (x, f(x)) de C à recta tende para zero quando x tende para +00 ou x tende para -00 ou x tende para uma constante a, à «esquerda» ou à «direita».Obrigado.
A origem da expressão «(fazer/ter algo) de sete em pipa»
Venho por este meio tentar saber a origem de uma expressão só ainda usada pelos habitantes mais idosos da cidade onde resido, Lagos, e que é a seguinte: «(fazer/ter algo) de sete em pipa», transmitindo a ideia de que se comeu, bebeu, etc. com abundância. Desde já agradeço a atenção dispensada, aproveitando para vos felicitar pelo óptimo serviço que prestam.
"A Serpente de Bronze"
A razão pela qual vos contacto, é a seguinte: gostaria que me indicassem, se possível, algum endereço electrónico ou alguma publicação que contenha um resumo da obra "A Serpente de Bronze", do professor Ernesto Rodrigues.
Parêntese
Para que servem os parênteses?
Alfanzil
Na zona histórica de uma localidade do Centro de Portugal existe uma Rua do Alfanzil, termo cujo significado desconheço. Havendo outrora o cargo de alvazil (juiz ordinário), será admissível relacionar os dois vocábulos? Isto é, do ponto de vista fonético, há alguma probabilidade de que alfanzil possa corresponder a uma evolução de alvazil? Desde já agradeço a vossa resposta ou a indicação de como poderei esclarecer esta dúvida.
Laqueação
Em que dicionário está registrado laqueadura?
Qual o significado médico dessa palavra e qual sua etimologia?
“Iá”
Cada vez mais, a camada jovem responde como afirmação um "iá" equivalente ao "já" em alemão. Embora não seja uma palavra portuguesa, acabou por se fixar no português calão. Por isso pergunto: qual será a melhor forma de a escrever?
Valor habitual vs. valor genérico
Acerca da frase «A teatralização do Memorial do Convento não “concorre”, não entra em competição com o romance», gostaria de saber se posso considerar que a frase em apreço veicula um valor habitual (=nunca concorre)? E genérico?
É pertinente considerar que veicula um valor habitual (independentemente de se poder "conjugar" com outros valores)?
Creio que sim, a par de «O Bernardo não concorre com os colegas», que expressa, exatamente, um valor habitual.
Agradecido
