DÚVIDAS

Embaixadora, de novo
Perfeitamente dessintonizada com a realidade atual a falsa crença de Peixoto da Fonseca relativamente a "embaixadora", pelo menos no domínio desse vasto campo da língua portuguesa que é o Brasil. Quanto ao uso em Portugal, queira conferir com o MNE. Mesmo um dicionário deste país, como o da Porto Editora, já registra "embaixadora". Claro que ninguém denega a P da F o direito de continuar a dizer "embaixatriz", embora infringindo as regras do protocolo diplomático.
São João
Agradeço ao prof. Peixoto da Fonseca a sua resposta de 6/1/99 sobre o mesmo tema, mas sobram-me algumas dúvidas. Na designação Gentílicos do V/ Glossário é referido como correcto o termo saraui, enquanto na resposta à minha pergunta se diz que o correcto é sariano. Quanto a azerbaijanês, que consta também do Glossário, diz-se apenas que é dif. (diferente) de azeri, designação que a resposta do prof. Peixoto da Fonseca rejeita liminarmente. Já agora, permito-me insistir: à capital de Porto Rico devemos chamar San Juan ou São João?
Compositivo ou compósito?
Gostaria de saber se “compósito” traduz na medida certa a ideia do espanhol ‘compositivo’ como heterogéneo, mesclado. Pode-se legitimar ‘compositivo’ apenas no jargão de algumas áreas técnicas como a química ou outra em que esta palavra assume um outro carácter “intraduzível”, ou não fazendo lei na língua portuguesa, nem sendo dicionarizado, é completamente “contra-indicado” o seu uso em qualquer jargão?
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa