A diferença entre orações adverbiais, orações adjectivas e orações substantivas
A minha professora falou em orações adverbiais, substantivas, etc. As adverbiais, eu percebo... mas qual a diferença entre substantivas e adjectivas?
Agradeço resposta.
O aumentativo e o diminutivo da palavra folha
Gostaria de saber qual o aumentativo da palavra folha e seu diminutivo.
Muito obrigada.
Sobre o colectivo de urso
Qual o substantivo colectivo para um conjunto de ursos?
O piloto / a condutora
Elizabete Jacinto, condutora portuguesa, profissional desportiva de motorizadas, participou, neste ano de 2001, no “rali-safari” Arras-Madrid-Dakar, na taça de senhoras, na secção de motorizadas. Um condutor profissional desportivo de veículos motorizados é chamado de «piloto», desde que, naturalmente, seja um homem. E, quanto às senhoras, poder-se-á utilizar a forma feminina «pilota», como já tenho ouvido dizer em alguns lugares, ou deve-se manter, então, a forma «piloto», para os dois géneros?
Exemplos: «A piloto sofreu um acidente de automóvel.» ou, então, «A pilota sofreu um acidente de automóvel.» Nesta situação, qual será a frase mais correcta? Agradecia um comentário vosso.
Medicação e medicamentação
Medicação, ou medicamentação?
Que e quê (interrogativos)
A norma diz que o quê tónico vem acentuado. Quando é nome ou está em final de frase, é fácil detectar a tonicidade. Mas tenho sempre dúvidas em casos como:
1. «Renúncia: a que renunciamos?» – usa-se que, ou quê?
2. «mas em que pensava eu quando...» (idem)
3. «Em que renúncia me fez pensar o professor?» (idem)
Pesquisei no Ciberdúvidas, mas não encontrei esclarecimento quando em casos como esses.
O plural de conta-corrente
Qual a grafia correta: "contas-corrente", ou "contas-correntes". Porquê?
Obrigado.
A grafia dos sufixos -ês e -ez
Chinês, ou chinez? Gaguês, ou gaguez?
Qual a regra para quando uma palavra deve acabar em -ês ou em -ez?
Onde posso encontrar online um website oficial (por exemplo do governo) com a definição desta regra?
Houve alguma altura na história da língua portuguesa em que a terminação -ez era a comum, tendo mais tarde evoluído para -es?
Deus, Alá, Jeová, etc.
Ouvimos com frequência, inclusive nos meios de massas, referências a "Alá" com toda a naturalidade. Milhões de árabes são, assim, dados como "adoradores de Alá". Não é isto um flagrante barbarismo? Em árabe, "Allah" significa "Deus". Ainda por cima, trata-se exactamente da mesma divindade dos cristãos (e dos judeus)... Também há muitos árabes cristãos que, segundo suponho, também dirão "Allah". Assim, não se devia substituir sempre "Alá" por "Deus"? Se aceitarmos "Alá", então os ingleses adorarão "God", "Dieu" será adorado pelos franceses e assim por diante...? Muito obrigado por um conselho sobre este assunto e a minha admiração pela obra inestimável das "Ciberdúvidas"! Viva a Língua Portuguesa, elemento essencial (do que resta) da nossa identidade cultural!
Ainda as vogais nasais
Esta dúvida surgiu na sequência da abordagem a um exercício num manual de Língua Portuguesa, do 3.º ano de escolaridade, e foi discutida entre algumas colegas docentes, mas não conseguimos chegar a um acordo. De acordo com o mesmo manual, na palavra ontem, a vogal o é nasal. Perguntamos: e a vogal e? Algumas colegas não a consideram nasal, por não ter til nem estar junta a "n". No entanto, para além de estar junta a "m", formando o grafema "em", tem o som semelhante a "ãe", que é um ditongo nasal. Assim, agradecemos um esclarecimento relaivamente às vogais nasais.
