A origem e o significado do nome Rafael
Gostaria de saber de onde vem e qual o significado do meu nome, Rafael.
Grato.
Só, advérbio de exclusão
De acordo com o Dicionário Terminológico, só e exceto pertencem à mesma classe de palavras (advérbio de inclusão e de exclusão). Tradicionalmente, só era um advérbio de inclusão, e exceto, um advérbio de exclusão. Agora, devemos dizer que só é um advérbio de inclusão e de exclusão, ou devemos continuar a classificá-lo como advérbio de inclusão?
Grata pela atenção.
Constrói = construi
Quanto ao verbo construir: é ele constrói, ou ele construi?Eles constroem ou construem?
A regência dos verbos tornar-se, navegar e tocar
1) Quando procuro no Regime Preposicional de Verbos a regência de «tornar-se», aparece a preposição «em». Mas existem casos em que não é necessário utilizar preposição, correto? Por exemplo: «As casas pequenas tornavam-se grandes, e as grandes tornavam-se pequenas. Outras casas tornavam-se hospitais, e havia umas que se tornavam casa de férias.» Estão corretas assim, ou devem levar preposição?
2) No caso de «navegar», não encontrei, o que quererá dizer que não tem. No entanto, vejo muitas vezes utilizarem «em» («Os mares ficaram poluídos, tornou-se impossível navegar neles») ou «por» («É impossível navegar pelos mares»). Qual está correta, «em», «por» ou nada («navegar os mares»)? Ou todas, dependendo do país ou significado?
3) Quanto a «tocar», penso que será «em», mas vejo muito «tocou-lhe a cara». É correto?
«No dia 9 de Outubro, fui ao banco»
Gostaria de me informar se preciso colocar uma vírgula depois de uma data numa oração. Por exemplo: “No dia 9 de outubro fui ao banco” ou “No dia 9 de outubro, fui ao banco”? Desculpe a pergunta, mas eu já tenho visto isto em inglês e estou ficando confusa, senão caduca. Obrigada.
Ainda o uso da contracção dum (= de + um)
Estou a fazer a revisão de um artigo para uma revista científica e tenho uma dúvida em relação ao uso da contracção de + um, dum. Consultei o Ciberdúvidas e, apesar de ter confirmado a aceitação da contracção referida, parece-me que a mesma deve ser evitada em linguagem formal. Não encontrei nada que sustente esta minha opinião, por isso, pergunto: é aceitável esta contracção na escrita académica formal? Eis alguns exemplos retirados do artigo:
«(...) numa fase pré-universitária, e num contexto de capitalismo hedonista, vêem e utilizam o seu tempo livre como evasão, predominando uma dimensão de diversão, em detrimento duma mais relacionada com a procura de informação.»
«Possibilitadoras duma infinita acessibilidade, as tecnologias fazem com que os seus utilizadores se transformem através do seu uso.»
«O facto de a construção de sentidos se realizar a partir duma linguagem múltipla, desde sons a gráficos visuais, significa que o navegante do ciberespaço tem de contar com uma série de conhecimentos (...).»
A origem da expressão «quatro costados»
Tenho tentado pesquisar a origem da expressão popular portuguesa «quatro costados», presente, por exemplo, na frase: «Ser um portista dos quatro costados», mas as minhas tentativas têm sido vãs. Poderei contar com a V/ preciosa ajuda?
Obrigado.
Sobre a forma eis
Agradecia que me esclarecessem sobre a forma correcta do "eis" ou "heis" na expressão «(h)eis senão quando...».
Caso exista alguma especificidade entre o português de Portugal e o do Brasil, também agradeço o esclarecimento.
A origem da expressão «trinta-e-um»
Gostaria de saber a origem da expressão "trinta e um", que significa problema ou confusão. Fiquei a pensar se não se trataria de uma data, mas não consegui descobrir nada.
Agradeço desde já.
O antecedente
O meu professor disse-me que que as orações substantivas não têm antecedente, e que as adjectivas têm – o que é um antecedente?
