A diferença entre pegar e apanhar
Gostaria muito de saber qual é a diferença entre pegar e apanhar, e em que casos se usa cada verbo.
Obrigada.
Filipe / Felipe
Gostaria de saber a razão para a grafia deste nome no Brasil ser com "e" e em Portugal com "i". Poderá em Portugal a grafia Felipe ser considerada incorrecta?
«Está à espera de quê?»
Ouve-se, constantemente, a interrogação «está à espera do quê?».
Não deveria ser «está à espera de quê?»?
A visita diária a esta página faz parte dos meus costumes. Felicito-vos pelo excelente trabalho na defesa do património linguístico português.
Regência do verbo amar
Leia-se esta frase, a propósito do ora falecido Mário Cesariny: «Viveu como pôde, disse o que muito bem entendia, amou a quem amou, e aos costumes disse nada.» A minha dúvida respeita àquela regência do verbo "amar". «Amou "a" quem amou» ou «amou quem amou»?
«Para que» em frase interrogativa
Gostaria de saber se a expressão «para que» corresponde a uma conjunção adverbial final na frase:
«E para que serve originalidade, se você não pode produzir em massa?»
Puto
Donde deriva a palavra puto (criança pequena)?
O conceito de aspecto linguístico
Do que trata o aspecto verbal? Qual é a importância em sabê-lo?
«Descargo de consciência»
Não tenho total certeza do significado do termo «descarga de consciência», mas entendo que significa ter a certeza de que estou de consciência tranquila. Por exemplo, penso que é como quando vamos para a rua e nos lembramos se deixámos a porta de casa bem fechada, e então voltamos atrás somente para ter a certeza de que, de facto, deixámos mesmo a porta fechada. Mesmo se antes de voltar atrás, temos a noção de que fechámos a porta. Resumindo, julgo que descarga de consciência é mesmo para estarmos seguros de que estamos mesmo de consciência tranquila. É como se fosse um comprovativo. É como um carimbo. Pergunto também se é descarga (com a) ou descargo (com o) de consciência.
Agradeço o vosso esclarecimento.
A divisão silábica de teia
A professora da minha filha, que frequenta o 1.º ano do 1.º ciclo, comentou comigo que tinha tido dúvidas na divisão silábica da palavra 'teia'. 'eia', defendia ela, é ditongo (tritongo talvez?) e não se deveria separar. Eu teria separado, segundo os meus latos conhecimentos na matéria, intactos desde a Primária, por mais nenhum estabelecimento de ensino me ter ensinado mais nada nesse domínio e, ano após ano, do 5.º ao 9.º, me entreterem sucessivamente com as funções da linguagem... Depois veio a literatura e nada mais de gramática, cuja atenção dos programas é claramente insuficiente. Eu até tive 19 valores no 11.º ano e venho aqui pôr estas questões! Bom, a sua dúvida não tinha a ver com translineação mas com separação silábica, que são coisas diferentes; o que já aprendi (recordei?) hoje na consulta ao vosso sítio. Mas as dúvidas dobraram. Então 'ri o' separa-se, como li numa resposta vossa e 'his-tó-ria' mantém numa só sílaba 'ria'? Pareceu-me que há uma divisão tradicional e uma mais actualizada...? E 'teia', 'cheia', 'meia', 'aia', 'ia', quantas sílabas têm? Peço muita desculpa pela minha ignorância, mas não pertenço a este domínio. Muito obrigada.
A forma enfática e a dupla negação
Li tudo o que têm vindo a explicar sobre a forma enfática e a dupla negação, contudo ficou-me uma dúvida: numa frase com dupla negação, a forma é enfática? É que eu tinha a ideia de que uma das características da forma enfática era o facto de se por retirar da frase os elementos que dão ênfase, sem prejuízo algum para o sentido da mesma frase, mas, na dupla negação, isto não acontece. Agradeço todo e qualquer esclarecimento.
Obrigada pela disponibilidade!
