“Pois é”: pronúncia
Sou estudante de Coimbra e apenas gostaria de perguntar como se pronuncia uma palavra terminada em s quando a seguinte se incia por uma vogal.
Por exemplo, a expressão: “pois é”. Lê-se “poijé” ou “poizé”?
Obrigada.
As regras da concordância em frases com percentagem
Gostaria de um comentário a estes exemplos, retirados de um jornal:
«82,5% defende cortes nas despesa em vez de aumentos de impostos… [sem vírgula…]
«81,5% não aprova a acção deste governo.» [Em ambos os caso, estava implícito “dos inquiridos”, “dos portugueses”.]
«PS à frente nas intenções da amostra de voto. 81,5 % da amostra “desprova” acção do governo.»
«…. No barómetro “i”/Pitagórica, realizado já depois de serem conhecidas as linhas gerais do documento Gaspar,, 81,5% dos inquiridos “desaprova” a forma como o executivo está a governar o país.»
«…Numa escala de 0 a 20, 29% dos inquiridos avaliam o governo na faixa entre os 8 e os 14 pontos. Apenas 10,2% dos inquiridos se aproximam da avaliação entusiástica (na escala, entre os 15 e os 20).»
«82,1% prefere que o governo corte na despesa pública em vez de de aumentar impostos.» [implícito: dos inquiridos.]
Oração coordenada assindética e oração coordenada copulativa sindética
A primeira oração de uma frase onde se estabelece uma relação de coordenação pode ser considerada coordenada assindética?
Ex.: «O João foi ao Porto e observou o teatro Rivoli.»
1— «O João foi ao Porto» é uma oração coordenada assindética.
2— «e observou o teatro Rivoli» é uma oração coordenada copulativa sindética.
Obrigada pela atenção.
Nenhum/algum
Quando é que se utiliza "qualquer", "algum" ou "nenhum" nas orações negativas:
- Não tenho livro algum?
- Não tenho livro nenhum?
- Não tenho qualquer livro?
Qual é a correcta?
«Dar asas (ou azo?) à imaginação»
Dar asas à imaginação ou dar azo à imaginação? É possível estas duas expressões? Com que sentidos?
Obrigado.
Divisão silábica de maior e de pais, outra vez
Como é que se faz a divisão silábica das palavras maior e pais? Como é que se classificam quanto à sílaba tónica?
Sobre a dupla negação: «não... nenhum»
Mesmo depois de ter consultado diversas obras de referência e lido os vários artigos sobre esta questão no Ciberdúvidas, continuo com dúvidas: é incorreto escrever «Ele não tem qualquer razão», com o significado de «Ele não tem nenhuma razão»? É que fico com a sensação de que, na segunda frase, a existência de dois elementos de caráter negativo (não e nenhuma) faz com que se anulem um ao outro, à semelhança da matemática, em que menos por menos dá mais. Assim, será que ao escrever «Ele NÃO tem NENHUMA razão» não estaremos a dizer que ele tem ALGUMA razão (se não tem "nenhuma" é porque tem "alguma")? Sei que os puristas são contra este uso de "qualquer", mas a língua evolui, ou não?
Agradeço a atenção e aproveito a oportunidade para vos felicitar pelo vosso magnífico trabalho neste sítio que tão bem defende a nossa amada língua.
«Vão/Irão construir»
Qual o certo: «os homens vão construir», ou «os homens irão construir»?
Obrigada.
«Estar por vir» vs. «estar para vir»
Qual a diferença entre «por vir» e «para vir»? «O melhor está por vir» ou «o melhor está para vir»?
Encontro na Internet a utilização de ambos e não consigo perceber qual está correcto[1]. Podem ajudar por favor?
Muito obrigado.
[1 O consulente escreve conforme a norma anterior à atualmente vigente.]
Formas presas, livres e dependentes
Como posso apresentar o conceito de formas presas, livres e dependentes, utilizando como exemplos: a, de, que; azul, lei, luz; desfazer, predisposto, felizmente?
Grata pelo atenção.
