O uso de pá (vocativo e interjeição) em Portugal
Gostava de aprender a usar o vocativo pá. Parece-me que os portugueses usam muito.
Mil vezes o meu muito obrigada!
Modificadores: de frase e de grupo verbal
Depois de ler vários exemplos, para além da própria definição que o Dicionário Terminológico apresenta, não consigo discernir o melhor modo como explicar aos meus alunos a diferença entre um modificador de frase e um modificador de grupo verbal. Poder-me-ão ajudar nesta tarefa?
Sobre a dupla negação: «não... nenhum»
Mesmo depois de ter consultado diversas obras de referência e lido os vários artigos sobre esta questão no Ciberdúvidas, continuo com dúvidas: é incorreto escrever «Ele não tem qualquer razão», com o significado de «Ele não tem nenhuma razão»? É que fico com a sensação de que, na segunda frase, a existência de dois elementos de caráter negativo (não e nenhuma) faz com que se anulem um ao outro, à semelhança da matemática, em que menos por menos dá mais. Assim, será que ao escrever «Ele NÃO tem NENHUMA razão» não estaremos a dizer que ele tem ALGUMA razão (se não tem "nenhuma" é porque tem "alguma")? Sei que os puristas são contra este uso de "qualquer", mas a língua evolui, ou não?
Agradeço a atenção e aproveito a oportunidade para vos felicitar pelo vosso magnífico trabalho neste sítio que tão bem defende a nossa amada língua.
A cada hora / a toda a força
Aprendemos, nas gramáticas, que:
1) Não há crase antes de pronome indefinido, exceto outra;
2) já, em locuções que tenham por núcleo uma palavra feminina, existe, no entanto, a crase.
Certo. A dúvida, então, é se a crase estará presente ou não em locuções, como por exemplo as adverbiais, que sejam compostas por pronome indefinido colocado imediatamente após o "a", do tipo: a(à) toda força, a(à)cada hora, etc. Usadas, quem sabe, numa frase assim:
"Ele remava a(à) toda força e parava a(à) cada hora para descansar."
Muito Obrigadas.
Comummente vs. comumente
Quero desde já dar os meus parabéns a esta janela.
Sou estudante de Engenharia Electrotécnica, e venho por este meio colocar esta questão da discrepâcia (ainda) de uma ortografia comuum no Brasil e em Portugal
(...) Precisando frequentemente de consultar livros do ramo da engenharia escritos em português do Brasil, confronto-me constantemente com grafias que me são estranhas. É o caso de comumente, por exemplo.
Lembrar
Qual é a forma correta:1- Permita-me lembrá-lo que é assim?2- Permita-me lembrar-lhe que é assim?3- Permita-me lembrá-lo de que é assim?4- Permita-me lembrar-lhe de que é assim?E por quê?Obrigado.
A diferença entre aparelho e sistema
Gostaria de saber a diferença entre aparelho e sistema no que se refere a anatomia. Por exemplo, devemos dizer «sistema urinário» ou «aparelho urinário»?
Obrigada desde já pela atenção.
Competências "vs." atribuições
A lei n.º 159/99 estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais. Gostaria que me explicassem, neste caso, qual a diferença entre atribuições e competências? Obrigado.
Níveis de língua
Quais os níveis de língua existentes?
O termo modalizador
O que são modalizadores?
