Termo linguístico da ausência de pernas e braços
Desejaria que me informassem o termo linguístico correcto da ausência de pernas e braços ou/e da ausência de membros inferiores e superiores, pois não consigo encontrar no dicionário. Muito obrigado.
Respectivamente e o uso da vírgula
Consultei algumas das respostas anteriores e tanto encontro o advérbio respectivamente antecedido e seguido de vírgula como sem vírgula. Há alguma regra ou procedimento a seguir na colocação da vírgula antes e depois de respectivamente?
Nenhum/algum
Quando é que se utiliza "qualquer", "algum" ou "nenhum" nas orações negativas:
- Não tenho livro algum?
- Não tenho livro nenhum?
- Não tenho qualquer livro?
Qual é a correcta?
Sobre a dupla negação: «não... nenhum»
Mesmo depois de ter consultado diversas obras de referência e lido os vários artigos sobre esta questão no Ciberdúvidas, continuo com dúvidas: é incorreto escrever «Ele não tem qualquer razão», com o significado de «Ele não tem nenhuma razão»? É que fico com a sensação de que, na segunda frase, a existência de dois elementos de caráter negativo (não e nenhuma) faz com que se anulem um ao outro, à semelhança da matemática, em que menos por menos dá mais. Assim, será que ao escrever «Ele NÃO tem NENHUMA razão» não estaremos a dizer que ele tem ALGUMA razão (se não tem "nenhuma" é porque tem "alguma")? Sei que os puristas são contra este uso de "qualquer", mas a língua evolui, ou não?
Agradeço a atenção e aproveito a oportunidade para vos felicitar pelo vosso magnífico trabalho neste sítio que tão bem defende a nossa amada língua.
Superlativo analítico, mais uma vez
Agradecia que me elucidassem se, no exemplo a seguir exposto, o adjectivo se encontra no grau normal ou no superlativo absoluto analítico: «A maçã é pouco doce.»
"Presentear-lhe"
Gostaria de saber qual é a forma correta: presentear-lhe ou lhe presentear?
Dias da semana, meses e estações do ano
Trabalho num jornal regional, e surgiu uma dúvida: os dias da semana sempre se escreveram com minúscula, ou em tempos também se escreviam com maiúscula, como os meses e as estações do ano? Obrigada.
Sobre o verbo “ociar”
Num livro que lia, encontrei o verbo "ociar". Fácil de compreender o seu respectivo significado, principalmente para quem conhece as palavras; ócio s.m., ocioso (ô) ociosa (ó) ociosos (ó) ociosas (ó), ociosidade s.f., ociosamente . (Do verbo lat. , otiāri) = Repousar Além de eu ter uma pequeníssima memória da sua existência nos meus tempos idos, a dúvida foi mais forte e pensei que fosse um neologismo.
Pesquisando na net, encontrei-a no espanhol (ociar) e no italiano (oziare), nada no português ou galego. Pesquisando em dicionários do século XIX, encontrei o verbo ociar. Como já tivemos este verbo, não é um neologismo, mas um arcaísmo, mas, como parece que o verbo está a ser reintegrado no nosso dia a dia, poder-se-á dizer que é um paleologismo? Neologismo = é o emprego de uma nova unidade lexical. Arcaísmo = emprega de modo passivo uma palavra que já não pertence ao âmbito lexicográfico. Paleologismo = é o reemprego de uma palavra que já existiu na língua, entrou em desuso e foi reincorporada.
Além de que a palavra "paleologismo" parece ser um neologismo, porque não a consegui encontrar nos dicionários portugueses mais famosos. Parece que temos que dar graças ao google.
Obrigado.
Frase: estrutura básica
Qual é a estrutura básica de uma frase?
«Em meio a» = «em meio de»
Essa expressão, «em meio a», acaso tem alguma legitimidade, ou é [uma particularidade do português do Brasil] brasileira sem sentido, à semelhança do «por que...?», em vez de «porque...?»? É que a tenho encontrado unicamente entre brasileiros, e sempre lhes respondo que é erro, e que não faz sentido nenhum, e que correcto é «no meio de», porque não se está em meio a alguma coisa, mas, sim, no meio de alguma coisa. Frases como estas: «tenho uma casa em meio à floresta», «em meio ao espectáculo, ele levanta-se e vai-se», «em meio à contenda, ele desmaia»: isto faz algum sentido? Não é evidente que deve ser: «tenho uma casa no meio da floresta», «no meio do espectáculo, ele levanta-se e vai-se" (ou, também, «durante»), «e no meio da contenda, ele desmaia»(também faria sentido usar «durante»)?
