Pseudónimo, ortónimo e heterónimo
Gostaria de saber a diferença entre: – Pseudónimo – Ortónimo – Heterónimo Muito obrigado.
Dias da semana, meses e estações do ano
Trabalho num jornal regional, e surgiu uma dúvida: os dias da semana sempre se escreveram com minúscula, ou em tempos também se escreviam com maiúscula, como os meses e as estações do ano? Obrigada.
A hélice e o hélice
Diz-se um hélice ou uma hélice?
«Nada tem a haver...» e «nada tem a ver...»
A questão que coloco prende-se com a frase abaixo descrita, num contexto de crítica política:
1 — «... nada tem a haver daí, dado que...», no sentido de não poder retirar dividendos pessoais ou políticos sobre determinada obra.
2 — Está a construção da frase correcta, ou deverá ser — «... ele nada tem a ver daí, dado que...»?
Como defendo a primeira forma, gostaria de ser esclarecido sobre o assunto.
Aproveito a oportunidade para enaltecer o trabalho excelente desenvolvido por essa equipa maravilhosa. Adoro a língua portuguesa e, por essa razão, sou um dedicado leitor do Ciberdúvidas.
Referenciar dicionários num texto académico
Não sei se me podem ajudar no tipo de dúvida que tenho. Gostaria de saber como devo referenciar dicionários num texto académico. Tenho dúvidas na forma como se deve fazer a referenciação tanto dentro do texto como na referenciação final. Se calhar, este não é o melhor sitio para colocar esta questão, mas dado que não consigo encontrar nem na bibliografia nem na Net resposta a esta dúvida, arrisco...
Obrigado.
A diferença entre agente do estado e funcionário público
Gostaria de ser informada quanto à diferença entre «agente do estado» e «funcionário público».
O feminino de patrono, de paraninfo e de formando
Gostaria de saber qual é o feminino das seguintes palavras: patrono, paraninfo e formando. Caso sejam invariáveis, como devo referir-me, por exemplo, a uma professora eleita como patrono ou paraninfo de uma turma de formandos? A patrono/paraninfo ou O patrono/paraninfo professora Fulana de Tal.
Muito agradecida e parabéns por elucidarem dúvidas sobre o uso de nossa língua.
As regras da concordância em frases com percentagem
Gostaria de um comentário a estes exemplos, retirados de um jornal:
«82,5% defende cortes nas despesa em vez de aumentos de impostos… [sem vírgula…]
«81,5% não aprova a acção deste governo.» [Em ambos os caso, estava implícito “dos inquiridos”, “dos portugueses”.]
«PS à frente nas intenções da amostra de voto. 81,5 % da amostra “desprova” acção do governo.»
«…. No barómetro “i”/Pitagórica, realizado já depois de serem conhecidas as linhas gerais do documento Gaspar,, 81,5% dos inquiridos “desaprova” a forma como o executivo está a governar o país.»
«…Numa escala de 0 a 20, 29% dos inquiridos avaliam o governo na faixa entre os 8 e os 14 pontos. Apenas 10,2% dos inquiridos se aproximam da avaliação entusiástica (na escala, entre os 15 e os 20).»
«82,1% prefere que o governo corte na despesa pública em vez de de aumentar impostos.» [implícito: dos inquiridos.]
Ainda o verbo ensinar
O verbo ensinar não se usa com a preposição a («a alguém»)? Estão correctas as inúmeras frases agora colocadas nas ruas de Lisboa, a propósito da visita do Papa? Exs.: «Confiar foi o Pai que me ensinou», «Rezar foi o Pai que me ensinou», «Partilhar foi o pai que me ensinou». E sem qualquer tipo de pontuação.
Agradeço o esclarecimento.
A sintaxe do verbo incentivar
«Incentivar a leitura», ou «incentivar à leitura»?
Obrigado.
