A sintaxe do verbo impor
Já tentei pesquisar online, sendo que não tenho um dicionário de verbos, e não encontro a resposta em lado algum.
Queria saber qual é a regência do verbo impor.
Obrigada.
«No fim da tarde» e «ao fim da tarde»
Perguntava-vos se é possível dizer-se «no fim da tarde» ou é forçoso que se diga «ao fim da tarde»?
«No fim da tarde, sente-se um alívio.»
Obrigado.
Modificador do nome: «carta para o Rui»
É possível que a sintaxe do verbo deixar admita a preposição destacada?
«Ana deixou uma carta PARA Rui.»
Obrigado.
A sintaxe de levar: «levar aos outros»
Relativamente à frase que se segue, perguntava-vos se o verbo levar admite neste contexto a preposição destacada:
«Uma criança quando amada terá o hábito de levar esse sentimento PARA os outros.»
Obrigado
«Escrever no papel» e «sobre o papel»
Qual é a forma correta? «Escrever no papel» ou «escrever sobre o papel»?
Regências e orações relativas
Sabemos que os pronomes relativos devem ser procedidos pela regência dos verbos que os seguem. No entanto, não é uma prática que percebo na oralidade.
É frequente ouvir:
Li o livro que me falaste.
Em vez de: Li o livro de que me falaste.
Aprendi a música que gosto.
Em vez de: Aprendi a música de que gosto.
Gostaria de saber o que as gramáticas dizem sobre isto e a vossa opinião. Devemos considerar agramatical?
Obrigada!
«No pressuposto de que»
Devo escrever: «no pressuposto de que» ou «no pressuposto que»?
Grata pela atenção dispensada!
Orações completivas introduzidas por para
Na frase «A aluna pediu para ir à casa de banho», qual a função sintática da oração «para ir à casa de banho»?
Esta frase encontra-se em dois manuais de Português com soluções diferentes: num é complemento direto, noutro é complemento oblíquo.
Neste último caso, é dada a seguinte explicação: «Quando o verbo pedir é seguido pela preposição para e uma oração subordinada substantiva, a oração subordinada funciona como complemento oblíquo, indicando a finalidade da ação. assim, "para ir à casa de banho" indica a finalidade do pedido.»
Estou confusa!
Obrigada!
A regência do nome confiança
Eu gostaria de saber se existe a regência nominal de confiança com a preposição a, cujo sentido é «entrega à confiança de»?
Eu sei que confiança pede a preposição em no significado próximo de «crer, ter fé»; mas o meu pensamento em relação à possibilidade do uso da preposição a, é justificado pela regência do verbo confiar que pode pedir em ou a.
Ex.: «Por viagem a trabalho, Marina confiou a Jorge sua cadela, Veneza. Mas ela não confia mais nele, porque ele a deixou três dias com fome.»
Antecipadamente, muito obrigado.
A expressão «bife rolê»
«Bife a rolê» ou «bife rolê»?
Faço a pergunta, pois tive muita dificuldade de encontrar a expressão "rolê" nos dicionários sem o sentido de «dar uma volta».
O pouco que encontrei remete "rolê" à palavra francesa roulé que traduzida pelo tradutor leva a "enrolado" que é o nosso bife!
Dito tudo isso, não deveria ser bife "rolê" (enrolado) sem a preposição? Outro fato que me faz perguntar é o caos que tal bife gera na escrita! Basta uma rápida pesquisa no Google para vermos que até o acento grave aparece na expressão «bife rolê» («bife à rolê»).
Desde já, agradeço a enorme atenção que os Senhores possuem e admiro demais o trabalho do Ciberdúvidas.
