Objetivo e foco
Sou professor de Informática, desde o básico, passando por montagem e manutenção de computadores e, em uma de minhas aulas, fui surpreendido por uma pergunta incomum, em um curso de computadores: a diferença entre objetivo e foco.
Fiquei um pouco desconcertado em não ter a resposta na ponta da língua, mas prometi à turma uma explicação de qualidade. Afinal, foco e objetivo diferem em quê?
A pontuação nas interjeições
Observai, por favor, a frase abaixo escrita de quatro formas diferentes:
«Ah, que vida boa!»
«Ah que vida boa!»
«Ah! que vida boa!»
«Ah! Que vida boa!»
A respeito destas quatro formas tenho as seguintes dúvidas:
Coloca-se vírgula ou ponto de exclamação depois da interjeição? E não colocar nada (segundo exemplo) seria correto?
Colocar duplamente o ponto de exclamação, depois da interjeição e ao final da frase (terceiro e quarto exemplos) seria certo? Penso que, ao menos no final da frase, o ponto de admiração seja de uso obrigatório. Engano-me?
A primeira palavra depois do ponto de admiração deve ou não vir com inicial maiúscula (quarto exemplo)?
Para que eu fique mais seguro a respeito do assunto, por favor, deem-me exemplos usando as frases acima e outras análogas, inclusive com verbo(s) e com outras interjeições.
Para além de tudo isto, gostaria de obter as regras completas de quando se usa e de quando não se usa maiúscula depois do ponto de exclamação.
Que o iluminante Ciberdúvidas ilumine tudo como de hábito.
A grafia de trava-línguas
Na minha prática, venho adotando a escrita «travalínguas», no que contrariei conscientemente a norma gramatical que impõe a ligação com hífen por envolver uma forma verbal como primeiro elemento.
Continua a parecer-me extremamente prático o uso que venho adotando em várias obras publicadas e/ou em vias de publicação por esta APEOralidade.
Pergunto: Será acertado continuar a manter esta grafia?
A grafia dos cursos e das disciplinas (AO)
A minha questão é a seguinte: os cursos de Eng. Electrotécnica passam a ser designados Eng. Eletrotécnica? Este problema põe-se igualmente com os nomes das cadeiras.
O problema reside no facto de os programas e designações legais utilizarem o nome com a redacção antiga e consequentemente usando a redação mais atualizada, pode-se argumentar que o curso ou cadeiras não são as mesmas.
Sobre topónimos da Oceânia
Gostaria de saber qual a grafia e pronúncia corretas de alguns topónimos relacionados com a Oceânia.
São eles: os países e territórios Fiji, Vanuatu, Nauru, Palau, Ilhas Marshall, Quiribáti, Niue, Toquelau e Tuvalu, e as cidades Yaren, Majuro, Tarawa, Funafuti, Alofi, Mata-Utu, Papeete e Avarua.
Se bem que, em alguns casos, a pronúncia de alguns é clara (como Palau ou Toquelau) na sua maioria julgo existir um total desencontro entre a pronúncia e a grafia em português do respetivo topónimo. Isto é, costuma-se ouvir /FIji/, mas a grafia aponta para uma pronúncia mais próxima de /fiJI/, o mesmo acontecendo com Vanuatu (/vanuAtu/ é mais comum; /vanuaTU/ é o que parece indicar a grafia) e com Funafuti.
E quanto às grafias, o que devemos fazer por exemplo com as Ilhas Marshall? Já vi escrito Ilhas Marechal aqui no Ciberdúvidas, e por vezes encontra-se Ilhas Márchal. E se existe Quiribáti e Toquelau, porque não também Iarém ou Taraua?
Entendendo a complexidade da questão, muito agradeceria a V. Exas. um esclarecimento destas questões.
Palavras divergentes de dor, cor e véu
Alguém me sabe dizer quais as palavras do português caracterizáveis como divergentes (ou formadas a partir de divergentes) das seguintes palavras?
- Dor
- Cor
- Véu
Correlação
Gostaria de saber se existe a palavra co-relação, e se ela tem sentido diferente de correlação.
Rubrica (e não "rúbrica")
Qual a diferença na escrita entre estas palavras: rubrica (assinatura) e rubrica (espaço televisivo sobre um qualquer assunto).
O aumentativo de onda
Qual o aumentativo de onda?
O diminutivo de azar
Qual o diminutivo de azar?
