DÚVIDAS

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Textos publicados pela autora

Pelourinho

Maroscas e manigâncias

Que a língua varia, toda a gente sabe; que um mesmo falante pode activar diferentes variedades, também. Numa cimeira internacional, por exemplo, não se fala como no café entre amigos. Há quem pense, no entanto, que isto acontece por uma questão de etiqueta ou requinte linguístico; que usar o nível de língua cuidado é como pôr fato e gravata e fazer salamaleques para não se ficar malvisto (ou, agindo pela negativa, para dar um ar de modernidade ou de originalidade)....

Pelourinho

Hortografia

Antigamente a ortografia era para respeitar. Porquê? Ninguém perguntava. Com a chegada da modernidade, também a ortografia se despiu de dogmatismos e apareceu explicada: é importante atender à forma escrita de uma palavra, porque aí se regista o seu código genético. Recentemente, a ortografia foi considerada um obstáculo metodológico para a aferição da competência da leitura nas provas do 1.º e do 2.º ciclos do ensino básico — 2007. Mais recentemente, Gonçalo M. Tavares, autor do romance ......

Pelourinho

Com duas letrinhas apenas

Vale a pena dar revelo a uma palavra que muitas vezes passa despercebida, mas que faz muita diferença na interpretação dos enunciados: a preposição. Tome-se para primeiro exemplo este título: «Alan Greenspan em Lisboa para conferência do Sol e DD» (Diário Digital, 3/10/07). Conhecemos as «conferências de imprensa, de paz, da ONU, do Casino»…, mas não de um ou dois jornais. Houve a intenção de puxar para o t......
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