Pelourinho // Estrangeirismos Erros ortográficos, pontapés na gramática, excesso de estrangeirismos… Escreve o jornalista José Queirós, na sua despedida de provedor do leitor do “Público”, dirigindo-se a quem o cargo se destina: «Deu-me conta, em muitas centenas de mensagens, do incómodo e da indignação com que vê a multiplicação de atentados à língua portuguesa (erros ortográficos, pontapés na gramática, excesso de ... José Queirós (1952-2019) · 24 de fevereiro de 2013 · 6K
Pelourinho // Gralhas Visto e "ouvisto" Crónica do jornalista Wilton Fonseca publicada no jornal i de 7-02-2013, a propósito de um “tropeção” (ministerial). Diz o autor: «Não vivemos nem somos reféns das audiências, mas ser visto e ser "ouvisto" pelos portugueses é também uma razão para justificar o investimento que os portugueses pagam [para o serviço público de audiovisual].» Wilton Fonseca · 23 de fevereiro de 2013 · 4K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público "Expólio" cultural A Fundação Serralves trocada por uma inexistente "Fundação Serra Alves" e o «"expólio" exposto» do fotógrafo Eduardo Gageiro assinalados neste texto publicado no jornal "i" de 21-02-2013. Aos domingos, quando chefes e editores descansam, as redacções reduzem os cuidados com as notícias. O número de asneiras aumenta. Wilton Fonseca · 23 de fevereiro de 2013 · 4K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Aquele e àquele A propósito das recentes di(con)vergências entre António Costa e António José Seguro, o principal semanário português publica um texto que traça uma espécie de biografia comparada de ambos, no qual, a dado trecho, se diz: «Mesmo que subliminar, há um certo 'preconceito de classe' deste em relação aquele» (Expresso, n.º 2101, de 2 de fevereiro de 2013, caderno principal, p. 5). Paulo J. S. Barata · 20 de fevereiro de 2013 · 16K
Pelourinho // Estrangeirismos O recorrente erro do realizar (por perceber) Num artigo em forma de carta dirigida ao ministro Álvaro Santos Pereira, Miguel Sousa Tavares reincide no mau uso do verbo realizar. A frase é esta: «Acontece, Álvaro, por aquilo que já me foi dado perceber,que você ainda não realizou bem onde está: num país chamado Portugal»(Expresso, primeiro caderno, p. 7) Deveria lá estar obviamente entendeu ou compreendeu, em lugar de "realizou", um «falso amigo» oriundo de uma tradução indevida do verbo inglês to realize, que significa perceber, compreender, entender. (...) Paulo J. S. Barata · 20 de fevereiro de 2013 · 8K
Pelourinho // Corruptela Envangelho?! Há uns dias, aproveitando um feriado, terminei finalmente a leitura do Ensaio sobre a Lucidez, de José Saramago. Paulo J. S. Barata · 20 de fevereiro de 2013 · 5K
Pelourinho E se a revisão filológica fosse mais rigorosa? A linguagem literária permite liberdades estilísticas que a linguagem referencial, assente na norma, não aceita. As escritas dos porventura dois mais representativos escritores da nossa contemporaneidade, José Saramago e António Lobo Antunes, são, aliás, disso bons exemplos. E ainda bem que assim é, pois só assim a língua se recria, se reinventa, se enriquece. Pessoalmente, leio com grande prazer os textos de um e de outro. Paulo J. S. Barata · 20 de fevereiro de 2013 · 5K
Pelourinho Uma Beneficiência não beneficente Um dia destes chegou-me às mãos uma correspondência do Tribunal Central Administrativo do Sul (TCAS). O TCAS fica situado na Rua da Beneficência, em Lisboa, porém, o sobrescrito a que tive acesso refere Rua da Beneficiência. Paulo J. S. Barata · 20 de fevereiro de 2013 · 4K
Pelourinho Porquê “bazookada”?! Surpreendi no jornal português Record (n.º 11 848, de 20 de setembro de 2011, p. 40) a palavra bazookada (do inglês bazooka), confirmando uma tendência recente para alguns aportuguesamentos de contestável legitimidade. Neste caso, ainda por cima, não há nenhuma razão para que não se proceda ao seu aportuguesamento regular, desde logo porque já existem palavras da mesma família em português. Paulo J. S. Barata · 20 de fevereiro de 2013 · 5K
Pelourinho // Inadequação vocabular Um caso de sinonímia… errada Títulos iguais não significa que os documentos em causa sejam sinónimos, como se recorda neste texto do jornalista Wilton Fonseca, na sua coluna no diário i, de 14 de fevereiro de 2013. Wilton Fonseca · 14 de fevereiro de 2013 · 4K