Pelourinho // Inadequação vocabular Quando a Paleografia passa a doença? Um apontamento de Paulo J. S. Barata sobre mais um caso caricato de troca de palavras. O Expresso (n.º 2119, de 8 de junho de 2013, Atual, p. 7) traz um extenso texto sobre a descoberta de uma versão inédita do primeiro poema publicado de Luís de Camões que ficou conhecido como "Aquele último exemplo". Paulo J. S. Barata · 11 de junho de 2013 · 3K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Uma invasão extraterrestre... "eminente" Os resumos dos filmes e outros programas dos canais por cabo portugueses teimam num velho erro, assinala Paulo J. S. Barata. Paulo J. S. Barata · 27 de maio de 2013 · 3K
Pelourinho // Inadequação vocabular Temerário ≠ temeroso Temerário e temeroso não significam o mesmo, ao contrário do que se ouve em Portugal, em certos canais de televisão – recorda Paulo J. S. Barata. Com um curto intervalo de dias, ouvi na SIC Notícias um reputado jornalista referir, sobre a posição do Presidente da República acerca das últimas medidas de austeridade em Portugal, alegadamente indiciadora de um alinhamento com o Governo, qualquer coisa com... Paulo J. S. Barata · 22 de maio de 2013 · 7K
Pelourinho // Inadequação vocabular Acordo À volta do plural das palavras paroxítonas (ou graves) com o "o" fechado Uma reflexão do autor, em crónica publicada no jornal "i", a propósito o plural de acordo e das palavras paroxítonas (ou graves) com "o" fechado. Wilton Fonseca · 9 de maio de 2013 · 9K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um "há" pavoroso A confusão entre há e à – um erro que ameaça eternizar. Paulo J. S. Barata dá mais um exemplo colhido na comunicação social portuguesa. Na sua habitual coluna semanal, numa crónica intitulada "Choque e Pavor", Daniel Oliveira escreve: Paulo J. S. Barata · 6 de maio de 2013 · 4K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Trambolhões Uma reflexão a propósito dos "trambolhões" do jornalismo em Portugal. Grandes, sucessivos trambolhões, são o que se vê. Os jornalistas "políticos" perdem-se nas iniciativas partidárias e não oferecem ao público uma leitura segura da segura coroação; os jornalistas "económicos", por seu turno, saltitam atrás da troika, entrevistam banqueiros e espanta-os que ninguém tenha tido a ideia de examinar os relatórios e as contas das empresas públicas, onde com toda a certeza os estrag... Wilton Fonseca · 2 de maio de 2013 · 4K
Pelourinho // tempos e modos verbais Falhas de (pre)visão Um jornal português teima em erros semelhantes em duas páginas consecutivas, confundindo vêm com veem (ou vêem, na anterior ortografia). Um apontamento de Paulo J. S. Barata. «A Finlândia, que parece liderar os ortodoxos e bem comportados países do norte da Europa – pelo menos é assim que eles se vêm a si próprios – avisou mesmo os cipriotas para terem juízo e seguirem o excelente exemplo finlandês» (p. 3). Paulo J. S. Barata · 22 de abril de 2013 · 11K
Pelourinho // Ortografia Insuficiências de um despacho já de si polémico Além de polémico, um despacho publicado em Portugal apresenta numerosos erros que Paulo J. S. Barata escalpeliza no seguinte apontamento. O tão falado Despacho n.º 47/2013/MEF, de 8 de abril, que proíbe os organismos públicos portugueses de efetuar despesa, com algumas exceções (pessoal, custas judiciais e contratos em execução), sem prévia au... Paulo J. S. Barata · 19 de abril de 2013 · 4K
Pelourinho // Inadequação vocabular Mais um desventurado «por ventura»… Já por aqui nos referimos à confusão recorrente entre a expressão «por ventura», que significa «por sorte», «por felicidade», e o advérbio porventura, que significa «possivelmente», «talvez», «por acaso», «por hipótese». Esbarrámos novamente com este erro numa notícia do Expresso sobre o recente <a href="http://www.oje.pt/noticias/economia/tc-chumbou-artigos-no-oe-de... Paulo J. S. Barata · 18 de abril de 2013 · 3K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Mau tempo no canal Paulo J. S. Barata dá conta de mais um caso de confusão entre sobre e sob, desta vez, com um resultado semântico totalmente absurdo. «[…] aguaceiros sobre a forma de neve»¹Obviamente que o que deveria ter sido dito era aguaceiros «sob a forma de neve», aguaceiros «em estado de neve». Ou seja, que foram submetidos a uma determinada ação ou efeito – a ideia de subordinação, de suje... Paulo J. S. Barata · 8 de abril de 2013 · 2K