Pelourinho // Ortografia Um "têem" com origem em vêem? «Os muitos problemas de um homem perturbado têem origem na relação conflituosa com o pai.» Confrontação (1998), MOV, 15 de março de 2014, 15h35 Paulo J. S. Barata · 19 de março de 2014 · 7K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Uma "despensa" dispensável «A DFB [Federação de Futebol da Alemanha] fez saber que o médico responsável pelo controlo admitiu o erro do adjunto e pediu despensa das funções que desempenhava». O Jogo, 28 de fevereiro de 2014, p. 36. Paulo J. S. Barata · 7 de março de 2014 · 3K
Pelourinho Beibi, ti amo, amorê «Letras assentes no mau português (…) repetidas até à exaustão e rimas em que o “amor” pede sempre “dor”». Texto publicado no semanário “Nova Gazeta” de 27/02/2014 sobre o «mau-gosto [que] impera na música angolana» que passa na rádio e na televisão do país – hoje nos antípodas da qualidade dos poetas e autores cantados em tempos mais recuados, e difíceis. Emídio Fernando (1965-2024) · 3 de março de 2014 · 3K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um «ter a haver» cacofónico «Houve nove reequilíbrios financeiros. Tem a haver também com a constituição de um gabinete de projeto para a nova ponte Vasco da Gama» Sérgio de Azevedo, deputado do PSD, relator da Comissão de Inquérito sobre as Parcerias Público-Privadas Olhos nos Olhos, TVI24, 17 de fevereiro de 2014, 19m13) Paulo J. S. Barata · 3 de março de 2014 · 4K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Ouve por houve por causa do “oje”?... «No panorama, ouve algum investimento em vinhos franceses, italianos e americanos […]»OJE, 10 de janeiro de 2014, p. 15. Paulo J. S. Barata · 28 de fevereiro de 2014 · 4K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público E que tal fazermos as exéquias aos «dignatários»? «As exéquias fúnebres […] levaram a que alguns, sem noção do ridículo, tivessem invocado o facto de Portugal ser um estado laico, questionando desta forma a participação de dignatários do Estado nas celebrações religiosas […]». «E pluribus unum», Rui Tabarra e Castro, Opinião, OJE, 10 de janeiro de 2014, p. 8. Paulo J. S. Barata · 24 de fevereiro de 2014 · 3K
Pelourinho A vírgula isolando o vocativo: uma regra em vias de extinção? Depois do mau uso do conjuntivo/subjuntivo – melhor: não uso, pura e simplesmente –, a obrigatoriedade da vírgula nas frases com vocativo deixou praticamente de se cumprir no espaço público português. José Mário Costa · 24 de fevereiro de 2014 · 38K
Pelourinho // Estrangeirismos De dicionário em punho para decifrar os anúncios e a publicidade... em inglês «Não é fácil encontrar emprego ou trabalho hoje em dia [em Portugal]» - diz Wilton Fonseca, a propósito da presença maciça de anglicismos nos anúncios de ofertas de trabalho (crónica original publicada no jornal português i). Wilton Fonseca · 21 de fevereiro de 2014 · 7K
Pelourinho // Estrangeirismos Anglicismos escusados e... sem tradução «São dois mil tumores. Quer dizer que cada pessoa, que cada tumor, “on average”, vai ser analisado por vinte pessoas diferentes. Quanto mais pessoas olharem mais “reliable” vão ser as leituras que elas fazem [...]». Carlos Caldas, Bom dia, Portugal (RTP 1, 10 de fevereiro de 2014, 8h49) Paulo J. S. Barata · 21 de fevereiro de 2014 · 7K
Pelourinho Palavras traiçoeiras A lei «que precisa “vigir”», a luz que pode ou não “deslumbrar” ao fundo do túnel, «reações feéricas» assinalada na agitação de rua que percorre o Brasil, a chuva “intermitente” por causa da falta dela em dias de canícula. E, ainda o “mandado” presidencial de Dilma Roussef. Palavras enganosas de quem, falando na TV e na rádio, evitá-las ia facilmente, se... o dicionário fosse mesmo de consulta obrigatória. Se...[<a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasqu... Pasquale Cipro Neto · 16 de fevereiro de 2014 · 13K