O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Textos de investigação/reflexão sobre língua portuguesa.
Internacionalizar a ciência é anglicizá-la?
O português também é veículo de conhecimento

«Internacionalizar [o ensino superior português] tem que ser, também, prover o português, língua que se quer internacional, dos recursos (i.e. textos científicos) que lhe permitam ser efetivo veículo de ciência e conhecimento para os seus mais de 250 milhões de falantes» – defende a linguista portuguesa Margarita Correia em crónica publicada em 28 de julho de 2020 no Diário de Notícias.

 

 

 

O inglês, o português e a ciência
A divulgação do saber em língua vernácula

«A ideia de que existem línguas mais aptas ou eficazes para determinados tipos de comunicação é um mito que importa desfazer. Todas as línguas são à partida igualmente aptas para qualquer tipo de comunicação em qualquer âmbito de experiência ou de conhecimento», escreve a professora e linguista Margarita Correia, em crónica publicada no Diário de Notícias em 20 de julho de 2020.

@ @rrob@ electrónic@
A origem do sinal a que se chama arroba

Num texto publicado em 2/03/2002, no semanário Expresso, o ex-ministro da Educação português Nuno Crato fazia o historial do sinal @, dos seus primórdios no contexto mercantil até ao uso generalizado na informática e, sobretudo, nos endereços de correio eletrónico (mantém-se a ortografia do original).

O bilião e a nomenclatura dos grandes números:<br> regra “<i>N</i>” e regra “<i>n</i> –1”
Nos países europeus, como Portugal, e ≠ no Brasil e EUA

nomenclatura dos grandes números foi estudada pelo Bureau des Longitudes de Paris e apresentada ao Comité International des Poids et Mesures. Neste estudo foram submetidas para discussão duas nomenclaturas diferentes, baseadas na regra N – que consagra a ordenação seguida em Portugal e na generalidade dos países europeus – e na regra  n-1 seguida no Brasil, EUA e noutros países não-europeus. 

[texto do autor na revista Gazeta da Física, Vol 37. N.º 1]

A linguística forense contra o cibercrime*
Princípio básico: «Cada um de nós tem uma maneira única de escrever»

«Rui Sousa-Silva, professor auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, foi o primeiro linguista forense [em Portugal] com luz verde para analisar casos em investigação pelo Gabinete Cibercrime da Procuradoria-Geral da República (PGR). Pediu para colaborar com a instituição, no âmbito de um estudo que estava a desenvolver. E a PGR aceitou. Até que ponto podia esta disciplina ser valiosa? (...)»

* título e subtítulos da responsabilidade editorial do Ciberdúvidas, extraídos do artigo “Linguística forense: ‘Cada um de nós tem uma maneira única de escrever’”, publicado no jornal “Público” de 31/07/2017, que a seguir se se transcreve na íntegra, com a devida vénia.  Texto escrito conforme a norma seguida por este diário português, anterior ao Acordo Ortográfico.

O grau centígrado: um fóssil terminológico

Muito se tem escrito e falado sobre a utilização do grau centígrado como unidade corrente de temperatura. Nos jornais, na rádio e na televisão, uns dizem «grau Celsius», e outros falam no «grau centígrado». Mas subsiste, para algumas pessoas, a dúvida aparentemente eterna: a forma correcta é «grau centígrado», ou «grau Celsius»? (...)

Sobre a escrita dos números, das horas<br> e de outras representações

Quarto texto de uma série de artigos – ler "Unidades Maltratadas", "Sobre nome e símbolos das unidades físicas" e "Os prefixos SI: uso, escrita e simbologia" – que Guilherme de Almeida, autor de Sistema Internacional de Unidades – Grandezas e Unidades Físicas, Terminologia, Símbolos e Recomendações, escreveu para o Ciberdúvidas, a respeito das normas que definem a terminologia e os símbolos usados no discurso técnico-científico.

Sobre os nomes e símbolos das unidades físicas

Segundo artigo de uma série – ler "Unidades Maltratadas", "Os prefixos SI: uso, escrita e simbologia" e "Sobre a escrita dos números, das horas e de outras representações– que Guilherme de Almeida, autor de Sistema Internacional de Unidades – Grandezas e Unidades Físicas, Terminologia, Símbolos e Recomendações, aceitou escrever para o Ciberdúvidas, a respeito das normas que definem a terminologia e os símbolos usados no discurso técnico-científico.

Unidades maltratadas

Artigo que Guilherme de Almeida, autor de Sistema Internacional de Unidades – Grandezas e Unidades Físicas, Terminologia, Símbolos e Recomendações, acedeu em escrever para o Ciberdúvidas, sobre os cuidados a ter com as regras de representação das unidades. Trata-se do primeiro de quatro textos –  ler "Sobre os nomes e símbolos das unidades físicas", "Os prefixos SI: uso, escrita e simbologia" e "Sobre a escrita dos números, das horas e de outras representações" – acerca das normas que abrangem a terminologia e os símbolos usados no discurso técnico-científico.

* Sobre a diferença entre símbolos e abreviaturas, bem como a respeito da aplicação do ponto abreviativo, leia-se, nesta mesma rubrica, um esclarecimento de Maria Regina Rocha, "A grafia (diferente) das abreviaturas e dos símbolos".

Português, uma língua científica <br> – um desafio a superar!

«Uma acção em prol do "português científico" só pode surtir algum efeito se for articulada e empreendida no âmbito de uma intervenção ponderada e resoluta a favor da projecção científica dos países lusófonos.» Artigo publicado no jornal "i" do dia 16/05/2014, que a seguir se transcreve, com a devida vénia.