O nosso idioma Diga-se me-nis-tro, e não mi-nis-tro Um artigo do filólogo Jorge Daupiás (1885-1947), à volta da chamada pronúncia pseudo-erudita ou afectada. São os casos de ministro, de feminino, de militar, de vizinho ou de Filipe. Do livro Novas Recreações Filológicas (separata da revista A Língua Portuguesa, Lisboa, 1962/63). Jorge Daupiás · 22 de maio de 2009 · 9K
O nosso idioma Vós, que navegais… Sobre os sinais de sobrevivência da 2.ª pessoa do plural em português europeu — um artigo de Ana Martins no semanário Sol. O leitor também deve ter recebido na sua caixa de e-mail: um "postal" com duas velhinhas de lenço e avental, sentadas numas escadas exteriores de granito, com um portátil no regaço. Alguém inseriu na fotografia balões de falas, como na BD, mas não precisava: a imagem faz (sor)rir só pelo desajuste de realidades. Ana Martins · 18 de maio de 2009 · 5K
Acordo Ortográfico // Notícias Governo português dividido sobre as mudanças na língua portuguesa Notícia do semanário Expresso de 16 de Maio de 2009, a propósito da petição contra o Acordo Ortográfico, em discussão no parlamento português. Joana Pereira Bastos · 18 de maio de 2009 · 4K
O nosso idioma // Estrangeirismos Sobre os estrangeirismos «Os povos que dependem económica e intelectualmente de outros não podem deixar de adoptar, com os produtos e ideias vindas de fora, certas formas de linguagem que lhes não são próprias», lembra neste extrato do livro "Estílistica da Língua Portuguesa" o filólogo, ensaísta e crítico literário português Manuel Rodrigues Lapa (1897-1989).«O ponto – ressalva – está em não permitir abusos e limitar essa importação linguística ao razoável e necessário.» Manuel Rodrigues Lapa · 18 de maio de 2009 · 19K
Lusofonias A língua e a afirmação de Portugal no mundo Carlos Fragateiro dedica espaço alargado no jornal Público, de 8 de Maio de 2009, para sublinhar o lugar do português na criação de uma Europa multilingue. Pela consolidação de relações com a Espanha e o espanhol — como uma ponte para a América latina —, bem como com a França e o francês — como uma estratégia de aproximação efectiva aos países africanos. Nos séculos XV e XVI Portugal foi o pioneiro da globalização. Hoje pode assumir-se como laboratório do futuro. Carlos Fragateiro · 11 de maio de 2009 · 5K
O nosso idioma Nós e eles O estudo da deixis instaura uma nova abordagem dos fenómenos linguísticos. Ana Martins dá um exemplo em mais um artigo publicado no semanário Sol. Ana Martins · 9 de maio de 2009 · 4K
Antologia // Moçambique Língua Poema do moçambicano Luís Carlos Patraquim inserto no livro Pneuma, edição Caminho, Lisboa (2009) Luís Carlos Patraquim · 8 de maio de 2009 · 5K
Pelourinho Viva os adjectivos! (Sim, este título está bem escrito) Rumo à "reabilitação" do adjectivo, um artigo de Ana Martins no semanário Sol. Ana Martins · 4 de maio de 2009 · 3K
Lusofonias Como falamos a democracia? «Tantas vezes pensada como morando no passado, África vive no futuro linguístico: quase todos os africanos são multilingues», escreve o escritor moçambicano Mia Couto, em artigo publicado na revista África XXI de Maio de 2009, que aqui se transcreve, coma devida vénia. Mia Couto · 4 de maio de 2009 · 4K
Pelourinho Troca funesta A troca de acusações foi benéfica para a TVI, mas funesta para a jornalista do DN. Há um claro erro de concordância na abertura da notícia — o sujeito é a troca e, por isso, o verbo devia estar na terceira pessoa do singular («A troca de acusações teve...»). João Alferes Gonçalves (1944 — 2023) · 29 de abril de 2009 · 6K