Pelourinho Biqueiradas jornalísticas Mais uma ilustração da forma desleixada como se ecreve na imprensa portuguesa. No caso (jornal desportivo O Jogo de 19 de Abril de 2009), um qualquer dicionário de sinónimos à mão evitaria estas biqueiradas jornalísticas. João Alferes Gonçalves (1944 — 2023) · 20 de abril de 2009 · 5K
Pelourinho // Estrangeirismos A linguagem dos entendidos «Quando se procura ler hoje um diário ou um semanário português, é indispensável armar-se de um bom dicionário de inglês para tentar compreender o que querem dizer os site, online, lay-off, play-off, franchising, outlet, offshore, lifting, share, target, outdoor e outros deliciosos termos perfeitamente desconhecidos para a grande maioria da população». Artigo publicado no Diário de Notícias de 18 de Abril de 2009, que aqui se transcreve, com a devida vénia. J. M. Nobre-Correia · 20 de abril de 2009 · 4K
Pelourinho Uma textura «O que faz de um texto um texto?» Este também podia ser o título do artigo de Ana Martins no semanário Sol. Ana Martins · 18 de abril de 2009 · 3K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Os abusos da politicocracia na língua Artigo do nosso consultor D'Silvas Filho, inserido na sua página pessoal na Internet, onde volta a insistir na urgência de Portugal publicar também o seu Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa devidamente actualizado — condição "sine qua non" para a entrada em vigor do Acordo Ortográfico, de forma "rigorosa e não oportunista". Constou que o Governo quer que o novo Acordo Ortográfico (AO 1990) entre em vigor rapidamente para Portugal, e que será marcada uma data em Junho deste ano. D´Silvas Filho · 17 de abril de 2009 · 5K
Pelourinho Supostamente Dizer aquilo que não se tem como certo — quais as marcas no discurso que o evidenciam? E que incoerências podem ocorrer neste âmbito? Um artigo de Ana Martins no semanário Sol. Ana Martins · 12 de abril de 2009 · 5K
Antologia // Brasil Língua portuguesa Ó língua de Camões, de estrofes sonorosas, que Netuno aprendeu para encantar sereias, idioma que ensinou às virgens amorosas a ternura que vibra em trovas e epopeias! Língua de Bernardim, de lendas lacrimosas, se cantas o furor das guerras, estrondeias, mas, se falas de amor em xácaras saudosas, qual meigo rouxinol, suavíssimo, gorjeias! Língua que fez chorar a França soberana, com frases de paixão de Freira Lu... Maximiano Augusto Gonçalves · 9 de abril de 2009 · 4K
Pelourinho Uma questão de sintaxe O uso indevido da preposição já se tornou num caso infeliz de celebridade ridicularizado até à náusea. O certo é que a preposição anda a ser evitada de forma tão flagrante e com frequência tal, que o mínimo que se pode fazer é um reparo sobre o assunto. A questão, neste caso, prende-se com a preposição que acompanha o pronome relativo e que depende do verbo que se está a utilizar. Apenas alguns exemplos por entre os inúmeros casos que se poderiam registar: Omissão da preposição a: Maria João Matos · 7 de abril de 2009 · 4K
O nosso idioma Novíssimas, abundantes e bem instaladas Os neologismos que vêm de fora — são eles uma inevitabilidade? É este o mote para artigo de Ana Martins no Sol. Há dez, doze anos, ao ensinar-se na escola o que era um neologismo, dava-se como exemplo a palavra televisão. Os miúdos torciam o nariz: como é que televisão é uma palavra nova? E é nova para quem? Não para eles… Ana Martins · 4 de abril de 2009 · 4K
Acordo Ortográfico // Controvérsias O Acordo Ortográfico e as raízes na língua portuguesa Artigo crítico de Maria Regina Rocha, publicado no Diário do Alentejo de 3 de Abril de 2009. Como consequência do recente Acordo Ortográfico, a Academia Brasileira de Letras acaba de lançar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, que contém cerc... Maria Regina Rocha · 3 de abril de 2009 · 7K
Controvérsias Críticas em Portugal ao VOLP brasileiro Comentário da ABL Constou no Brasil que Portugal criticava o VOLP brasileiro por este país ter feito o seu vocabulário independentemente de Portugal, quando o acordo de 1990 previa um Vocabulário Comum. A Academia Brasileira de Letras (ABL) reagiu dizendo que o Art. 2.º do texto do Acordo prevê apenas a elaboração do vocabulário comum de termos da especialidade, e não um vocabulário ortográfico comum. Afirmou também que, portanto, o VOLP elaborado pela ABL é legítimo. (...) D´Silvas Filho · 2 de abril de 2009 · 4K