O nosso idioma Dizer bem Qual o real objectivo de recorrentemente apontar erros saídos na imprensa portuguesa? Ridicularizar os faltosos? Ostentar superioridade moral? Moralizar e prevenir? Nenhuma destas razões ou, talvez, todas. É este o tema de reflexão do Ver como se diz, no semanário Sol de 20 de Dezembro de 2008. Ana Martins · 21 de dezembro de 2008 · 4K
Pelourinho Onde pára o revisor? Fazemos aqui eco das anotações do provedor do leitor do Público relativamente a alguns atordoamentos ortográficos ocorridos naquele diário. Joaquim Vieira · 14 de dezembro de 2008 · 5K
Pelourinho É difícil escrever pior… mas possível Quando a anormalidade da escrita é tal, que bloqueia totalmente o entendimento — um exemplo comentado no artigo de Ana Martins no semanário português Sol. Há meses escrevi aqui um artigo sobre a má qualidade de um texto de promoção turística, apresentado na página web do Allgarve (sic). Dei-lhe o título «É difícil escrever pior». Usei o adjectivo aterrador, porque considerei estarmos num grau máximo de desconstrução linguística. Enganei-me. Ana Martins · 14 de dezembro de 2008 · 2K
O nosso idioma Salganhada vs. salgalhada Na esteira dos parlapiês e das coisas escanifobéticas (ou escaganifobéticas!), há, entre tantas outras, mais uma palavra de uso bastante frequente, mas que, para grande surpresa de todos nós, não se encontra consagrada nos nossos dicionários: salganhada! Sandra Duarte Tavares · 12 de dezembro de 2008 · 25K
O nosso idioma Um parlapiê escanifobético Há palavras tão engraças e tão expressivas em português, que é uma pena não existirem!... É o caso de "parlapiê", um substantivo usado em registo informal para designar uma conversa ou maneira de falar que demonstra capacidade ou vontade de persuadir os outros por meio do discurso, ainda que esse objectivo não seja conseguido. Pode, portanto, ter uma conotação negativa, na medida em que seria usado num frase deste tipo: «Ele pôs-se com um grande parlapiê, mas não me convenceu a comprar ... Sara de Almeida Leite · 12 de dezembro de 2008 · 11K
O nosso idioma Credo, credor e crédito Artigo de Maria Regina Rocha no Diário do Alentejo de 12 de Dezembro de 2008, na sua coluna A Vez ao… Português. A palavra credo designa uma oração cristã que começa, em português, pela primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo crer: "Creio". Maria Regina Rocha · 12 de dezembro de 2008 · 8K
Pelourinho // Sintaxe Em roda livre Construir frases não é juntar palavras. Dominar noções de sintaxe não serve apenas para realizar exercícios de divisão de orações em Os Lusíadas. Uma reflexão breve sobre o tema num artigo de Ana Martins no semanário português Sol. Ana Martins · 7 de dezembro de 2008 · 3K
O nosso idioma Bombaim ou Mumbai? O nome português tradicional da capital do estado indiano de Maharashtra é Bombaim. É a forma registada por Rebelo Gonçalves no Vocabulário da Língua Portuguesa, publicado em 1966 e ainda hoje a principal referência para a fixação da grafia de cada palavra dentro das regras e princípios do Acordo Ortográfico de 1945. Mas a história deste topónimo é mais antiga e, como se procurará aqui mostrar, parece estar estre... Carlos Rocha · 5 de dezembro de 2008 · 22K
Lusofonias Machado de Assis e o Cânone Lusófono Resumo da comunicação do professor universitário Fernando Cristóvão, na Academia das Ciências de Lisboa, por ocasião do centenário da morte de um dos maiores vultos de sempre da literatura em língua portuguesa. Uma das mais relevantes efemérides literárias que se celebram neste ano de 2008 é, sem dúvida, a do centenário da morte do brasileiro Machado de Assis, autor de grande mérito na poesia, no teatro, no ensaio e, sobretudo, na ficção. Fernando Cristóvão · 4 de dezembro de 2008 · 5K
Pelourinho Erros perigosos Em cada uma das citações abaixo há um erro de língua. Veja o leitor se os detecta: Conseguiu? Dou-lhe uma pista: são erros provocados não pelo desconhecimento da forma, mas pela falta de assimilação do sentido da palavra: dos contextos discursivos em que aparece, do registo de língua a que pertence, das relações de dependência que estabelece com outras palavras na frase, dos valores ideológicos que evoca. Ana Martins · 30 de novembro de 2008 · 7K