Pelourinho // Ortografia Podemos ≠ pudemos Paulo J. S. Barata apresenta mais um caso de confusão entre duas formas do verbo poder, podemos e pudemos. A confusão entre podemos e pudemos é um erro recorrente nos media portugueses. Uma notícia do sítio do jornal desportivo português Record, de 6 de julho de 2013, transcreve a seguinte declaração do diretor do Sporting Clube de Portugal, Augusto Inácio: Paulo J. S. Barata · 10 de julho de 2013 · 58K
Pelourinho Implodir "por dentro" O pleonasmo, sem ganho comunicativo nem estético, é desastrada redundância, como mostra Paulo J. S. Barata. Comentando a recente crise política em Portugal, o jornalista Nicolau Santos, na sua habitual crónica na Antena 1, Contas do Dia (5 de julho de 2013), referiu, a dado passo (min. 7,6), que «[…] a coligação [PSD-CDS/PP] implodiu por dentro</spa... Paulo J. S. Barata · 10 de julho de 2013 · 4K
Pelourinho Uma demissão (nada) irrevogável «Irrevogável», como regista qualquer dicionário, tem o mesmo sentido de «inabalável» ou «definitivo». Ou seja, o contrário do que aconteceu com o assim autoqualificado pedido de demissão do ministro português Paulo Portas. É o que se assinala nesta crónica da jornalista Rita Pimenta, no jornal "Público" de 7/07/2013. Rita Pimenta · 8 de julho de 2013 · 4K
Pelourinho // Inadequação vocabular «O investimento "entre" Portugal e o México» Wilton Fonseca discorre acerca do verbo investir e das suas flutuações no discurso da imprensa escrita portuguesa. O pensamento economicista que guia o nosso quotidiano provoca curiosas transformações na maneira como lidamos com determinadas palavras ou expressões. O verbo investir e as palavras a ele associadas (investida, investidura e investimento, entre outras) podem constituir um bom corpus de reflexão, que me foi sugerido por um estranho título ... Wilton Fonseca · 4 de julho de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Não entendi o que você "falaste"» De forma diferente do que se verifica no Brasil na concordância entre tu e a pessoa verbal, em Angola alguns falantes erram na concordância entre o pronome você e o verbo, usando a 2.ª pessoa do singular. Sobre isso nos fala Edno Pimentel em mais uma crónica do Professor Ferrão sobre os usos do português em Angola. Edno Pimentel · 28 de junho de 2013 · 7K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Ex-ministro da Cultura José António Pinto Ribeiro ouvido na Assembleia da República sobre o Acordo Ortográfico Relatório de audiência respeitante à Audição Parlamentar N.º 9-GT-AAAO-XII do Grupo de Trabalho para Acompanhamento da Aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, na qual José António Pinto Ribeiro, que, entre 2007 e 2009, foi ministro da Cultura de Portugal, apresentou a sua posição relativamente ao Acordo Ortográfico (gravação áudio também disponível aqui). 25 de junho de 2013 · 5K
Acordo Ortográfico // Notícias Questões novas e antigas à volta do Acordo Ortográfico Texto-súmula do autor – que integrou, por Portugal, a comissão negociadora do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, reunida no Brasil, em Maio de 1986 – sobre o historial de perto de 30 anos, desde as primeiras conversações dos representantes dos então sete países de língua oficial portuguesa até aos trabalhos em curso para um Vocabulário Comum aos atuais oito membros da CPLP, no âmbito do IIILP (Instituto Internacional da Língua Portuguesa). Fernando Cristóvão · 24 de junho de 2013 · 5K
O nosso idioma Obrigadinho A propósito da crise que se vive no ensino público em Portugal, o jornalista Wilton Fonseca comenta a evolução recente da fórmula de agradecimento «obrigado» (texto original publicado no jornal i, em 20/06/2013). No sábado [15-06-2013], um grupo de professores desceu a Avenida [da Liberdade, em Lisboa] com uma faixa em que se lia «Deixem-nos ser professores, porra!». Pareceu-me um mal menor que um deles (uma mulher) terminasse uma entrevista dada a um jornalista com um «muito obrigado». Wilton Fonseca · 20 de junho de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola Não tenho cartão de "contribuente" Nesta crónica do Professor Ferrão, Edno Pimentel aborda o uso em Angola da forma incorreta "contribuente" para indicar aqueles que pagam as contribuições e os impostos. Por enquanto não é necessário, ou pelo menos ainda não ouvi que aquele cartão fosse indispensável para esta fase do processo de acesso à polícia. Como foi dada uma pausa, o m... Edno Pimentel · 20 de junho de 2013 · 4K
O nosso idioma // O português em Angola «O carro dormiu aqui fora» A prosopopeia contemporânea vai além dos animais das fábulas, havendo também objetos que pensam, agem e falam à semelhança das pessoas, como o "carocha"/"fusca" Herbie ou os carros angolanos, que dormem na rua. Mas aquilo que o Professor Ferrão explica, em mais uma crónica de Edno Pimentel, é o uso do verbo dormir para referir passar a noite, seja para os carros estacionados ou para os guardas em serviço noturno. Edno Pimentel · 18 de junho de 2013 · 5K