O nosso idioma // Gírias Ter swag para não ser um nigga As gírias dos adolescentes suscitam dúvidas tanto junto dos seus pais como do resto da comunidade linguística. Neste artigo, refere-se um tipo particular de gíria, de origem anglo-saxónica, em voga entre os adolescentes de Portugal. Trabalho publicado no jornal Correio da Manhã de 8 de setembro de 2013, que a seguir se transcreve, com a devida vénia. Marta Martins Silva · 8 de setembro de 2013 · 13K
O nosso idioma // O português em Angola Vencer a Costa do Marfim na Côte d'Ivoire Em Angola, conta-nos Edno Pimentel nesta crónica publicada no semanário Nova Gazeta de 5/09/2013, a cobertura jornalística do campeonato africano de basquetebol ignorou quase sempre o nome há muito aportuguesado do país anfitrião e do respetivo topónimo. Edno Pimentel · 6 de setembro de 2013 · 7K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um «a fim» nada «afim» «Afim de capturarem um perigoso terrorista a CIA estende-lhe uma armadilha contando para tal com a ajuda de um sósia do criminoso» (sinopse do filme Caça ao Terrorista, exibido em 27 de agosto (21h30), no canal Hollywood. O que deveria lá estar era a locução «a fim de», que significa «para», «para que», «com o propósito/a finalidade/o intuito/o objetivo/a intenção de», e não o adjetivo afim, que significa «que tem afinidade, semelhança ou ligação». (...) Paulo J. S. Barata · 6 de setembro de 2013 · 5K
Pelourinho // Estrangeirismos Como (não) “empochar” o embolsar «No sábado empocharam novo troféu e com o maior mérito», referia Alberto do Rosário, a propósito da conquista da Supertaça por parte do Futebol Clube do Porto, na coluna Bilhar Grande (Record, 12 de agosto de 2013, p. 40). Paulo J. S. Barata · 5 de setembro de 2013 · 4K
Pelourinho // Gralhas Sitiada vs. situada «Sitiada no segundo piso do estádio, com acesso pela porta 27, a Benfica TV ocupa uma zona reservada a camarotes» (Sábado, n.º 485, 14 a 21 de agosto de 2013, p. 87). Paulo J. S. Barata · 4 de setembro de 2013 · 8K
O nosso idioma // O português em Angola «Kota, emagrece só, por favor!» Há grupos sociais que têm o seu próprio socioleto (ou gíria), e alguns dos termos por eles usados podem levar a más interpretações de quem não partilha o mesmo referente semântico. É o caso de emagrecer, um verbo tão escutado na comunicação social a propósito de dietas e de alimentação saudável, mas que toma um sentido diferente para os taxistas de Luanda. Assim nos conta Edno Pimentel neste texto publicado no semanário angolano Nova Gazeta. Edno Pimentel · 1 de setembro de 2013 · 4K
O nosso idioma // Estrangeirismos O neologismo humbição Não me parece que esta palavrita venha a vingar no tirocínio para a entrada no léxico mas aqui fica. Descobri-a pela pena de Arménio Rego, professor da Universidade de Aveiro, e Miguel Pina e Cunha, professor da Nova School of Business and Economics (Expresso, Economia, de 27 de julho de 2013, p. 20). Aparentemente formada por aglutinação a partir das palavras humildade e ambição, “humbição” seria assim uma mesc... Paulo J. S. Barata · 29 de agosto de 2013 · 2K
Pelourinho // mau uso da língua no espaço público Dementes mentais?! A propósito dos presumíveis autores dos incêndios que, por estes dias, fustigam Portugal, refere um leitor do Público: «Quem foram essas pessoas? Residentes locais, moradores perto das zonas ardidas? Pessoas com atividade suscetível de beneficiar da terra queimada? Madeireiros? Pastores? Criadores de gado? Dementes mentais? […]» (14 de agosto de 2103, p. 44; grafia atualizada por nós). Paulo J. S. Barata · 26 de agosto de 2013 · 3K
O nosso idioma // O português em Angola A "santopeia" picou-o e o pé "encheu" A proximidade entre as palavras é o tema deste texto publicado no semanário angolano Nova Gazeta, na qual o seu autor nos fala do mau uso dos verbos encher e inchar. Edno Pimentel · 25 de agosto de 2013 · 5K
O nosso idioma // O português em Angola «Tens de estudar "advogacia"» Nesta crónica, publicada no semanário angolano Nova Gazeta, à volta dos usos do português no seu país, Edno Pimentel aborda uma particularidade do português que é transversal às variantes do nosso idioma: a não linearidade dos processos linguísticos na história da língua portuguesa, levando a que palavras como advogado e advocacia, a par de outras mais, tivessem uma evolução diferente, embora tendo uma etimologia comum. Edno Pimentel · 18 de agosto de 2013 · 4K