Crónica do humorista português Ricardo Araújo Pereira glosando o tema do "sexo das palavras", publicada na revista Visão, de 15 de janeiro de 2018.
Crónica do humorista português Ricardo Araújo Pereira glosando o tema do "sexo das palavras", publicada na revista Visão, de 15 de janeiro de 2018.
«Seja qual for a ideologia, metáforas como vírus, purga, contágio, contaminação e infeção surgem com frequência na vida pública», escreve o jornalista e crítico literário Luís M. Faria neste texto publicado na Revista do semanário “Expresso” do dia 10 de fevereiro de 2018, a propósito do vocabulário tecnocrático que abunda na imprensa portuguesa.
*título da responsabilidade editorial do Ciberdúvidas.
«Os preços dos livros estão a matar o português. Hoje é mais barato comprar em Portugal um livro escrito em inglês do que esse mesmo título traduzido para a nossa língua»
[artigo publicado pelo autor no "Jornal de Negócios" do dia 7 de fevereiro de 2018]
«Faz parte do senso comum dizer que «os brasileiros emigram para Portugal por causa da língua». O problema – no caso específico dos estudantes brasileiros no ensino superior português, como escreve a autora em artigo publicado no Diário de Notícias do dia 5 de fevereiro de 2018 – não reside apenas, nem principalmente, nas conhecidas dificuldades que encontram com a língua portuguesa falada em Portugal: diferenças de vocabulário, concordância, fonética, sotaques, regionalismos, gírias, etc.
A propósito de um episódio em que não era tasse, mas tá-se, que também não era tá-se mas está-se. E, ainda, um outro de um tive que devia ser um estive, mais o recorrente tropeção na precaridade.
A final da Taça da Liga portuguesa… denominá-la em inglês?!...
«O nem por isso é a alforreca das respostas negativas. O que mais enfurece nela é a falta não-absoluta de significância», glosava Miguel Esteves Cardoso, na sua crónica no jornal "Público", do dia 21/07/2014: «"Nem por isso": toda a gente sabe o que quer dizer, mas qual é o "isso" por que ocorre o "nem"? (...)» Quatro anos depois, voltou ao tema, para ele ainda não esclarecido, da falta de lógica gramatical desta expressão de uso corrente na coloquialidade dos portugueses. Dela e de outras similares aborda o texto a seguir.
«Quase tudo o que é brutal, hoje, é o rigoroso oposto do que era brutal no passado. Mas talvez nenhuma outra palavra tenha tido pior sorte do que o adjectivo genial», escreve o humorista português Ricardo Araújo Pereira, em crónica publicada na revista Visão de 11 de janeiro 2018, a seguir transcrita, na íntegra.
A curiosa e sugestiva expressão «A montanha pariu um rato» é dissecada numa explicação que nos surpreende.
Porquê e-sports ou, e-games ou e-commerce, se há alternativas em português?
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.
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