Reportagem publicada no semanário macaense Ponto Final, de 7 de abril de 2018 sobre o milhar de descendentes dos navegadores portugueses que passaram por Singapura há 500 anos. Texto de Sílvia Gonçalves, fotografias de Eduardo Martins.
Reportagem publicada no semanário macaense Ponto Final, de 7 de abril de 2018 sobre o milhar de descendentes dos navegadores portugueses que passaram por Singapura há 500 anos. Texto de Sílvia Gonçalves, fotografias de Eduardo Martins.
Acaso a cabeleireira é a mulher do cabeleireiro, ou a picheleira é a mulher do picheleiro? E quanto a outros casos, tantos, de profissões ou cargos hoje já não só exercidos por homens, como agrimensor/agrimensora, condutor/condutora, bombeiro/bombeira, primeiro-ministro/primeira-ministra, pedreiro/pedreira, e por aí adiante? Tem algum sentido, então, o registo de barbeiro como «a mulher do barbeiro»?
De como o estrangeirismo vintage atropelou o vernáculo antigo ou clássico.
Amigo do alheio, dendoclasta, histrião, jacobeu, misólogo, onagro, peralvilho, sevandija e xenómano (xenômano, no Brasil) – são alguns termos injuriosos mais rebuscados e pouco conhecidos pelo comum dos falantes da língua portuguesa recolhidos nesta divertida ilustração, com origem na BBC Brasil.
Loja Verde Official Store, na baixa lisboeta... só falta mesmo mudarem o nome do clube, português, para inglês...
Os vários sentidos da palavra que designa o «pequeno mamífero insectívoro [com] os olhos pouco desenvolvidos, (...) as patas anteriores largas e robustas, que lhe permitem cavar galerias debaixo do solo, onde caça insectos e vermes», mas também relacionados com os humanos − neste apontamento* da jornalista Rita Pimenta, alusivo a um caso da atualidade portuguesa: a chamada operação policial e-toupeira, envolvendo dirigentes do Benfica.
* in suplemento P2 do jornal Público de 11 de março de 2018, na coluna da autora, Palavras, expressões e algumas irritações.
Em Portugal, Hillary, Adele, Barack, Excel ou Tesla são alguns dos pedidos aprovados para nomes de filhos de estrangeiros residentes no país – onde, em contrapartida, se vai perdendo no tempo outros usos genealógicos... não menos invulgares nos dias de hoje.
in Jornal de Notícias de 1 de janeiro de 2017
Na maioria dos filmes em cartaz em Lisboa, verifica-se que, nos títulos, o português perde terreno para o inglês, numa tendência que já leva anos e que tem vindo a piorar.
Crónica do autor, no "Diário de Notícias" de 8 de março de 2018, alusiva ao Dia Internacional da Mulher de 8 de março de 2018 e o que atualidade nos traz no feminino do fim da proibição das mulheres sauditas na condução automóvel aos clubes de futebol.
«Uma das vozes mais activas no combate [na imprensa portuguesa] contra o Acordo Ortográfico, cuja vigência intensamente contesta» – como o assinalou a Sociedade Portuguesa dos Autores no Prémio de Jornalismo Cultural 2018 que lhe atribuiu –, o jornalista Nuno Pacheco lembra neste artigo* outras vozes, brasileiras e portuguesas, igualmente críticas, ao longo destes mais de 30 anos que já dura esta querela linguística.
* in jornal Público no dia 22 de fevereiro de 2018.
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.
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