Luís M. Faria - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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Luís M. Faria
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Jornalista português.

 
Textos publicados pelo autor
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Usos e abusos da palavra, a propósito da morte de Agustina Bessa-Luís (1922-2019)

É o que, por regra, se chama a alguém que, em vida, se tenha sobressaído  por uma qualquer «aptidão  excecional para determinada atividade, principalmente se relacionada com o intelecto». O termo – quantas vezes, também, aplicada a «artistas de importância limitada, ou até a entidades medíocres que adquiriram proeminência em atividades de negócios»... – emergiu, de novo, nos comentários ao falecimento da escritora portuguesa Agustina Bessa-Luís (1922 – 2019). É o que observa o jornalista Luís M. Faria neste apontamento publicado na Revista do semanário Expresso do dia 8 de junho de 2019, esmiuçando a respetiva origem e evolução semântica, desde a expressão «mau génio» até aos aos clichês «génio incompreendido» e «génio maligno».

 

 

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História das palavras e sistemas de informação

A imprescindibilidade de um sistema de redundância, no centro das negociações entre o Estado português e a parceria público-privada SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal), cria um paradoxo linguístico só resolvido pelo esclarecimento da evolução do adjetivo redundante. Texto publicado com o título "Redundância" na "Revista" do semanário português Expresso  do dia 18 de maio de 2019.

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«Seja qual for a ideologia, metáforas como vírus, purga, contágio, contaminação e infeção surgem com frequência na vida pública», escreve o jornalista e crítico literário Luís M. Faria neste texto publicado na Revista do semanário “Expresso” do dia 10 de fevereiro de 2018, a propósito do vocabulário tecnocrático que abunda na imprensa portuguesa.

*título da responsabilidade editorial  do Ciberdúvidas.

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«A palavra normal pode ser usada de forma diferente. Umas vezes dizemos que é uma coisa normal simplesmente para dizermos que é comum, que costuma acontecer em certo tipo de situações. Outras vezes, para afirmar que é mesmo assim que que deve ser; isto é, num sentido normativo ("O Normal é os juízes não darem entrevistas"). (...)»

 

[Luís M. FariaRevista do semanário Expresso, 12 de novembro de 2016]

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Alguns insultos recorrentes no discurso político-mediático, em Portugal , neste texto assinado pelo jornalista Luís M. Faria, publicado na sua coluna "Altifalante – Nas Entrelinhas", in revista do semanário Expresso, de 1 de outubro de 2016.