O nosso idioma // Anglicismos Entre moda e língua: uma análise do termo outfit E alternativas em português A popularização do anglicismo outfit em português tem acompanhado a ascensão das redes sociais e da comunicação digital, sobretudo no universo da moda. Mas de onde veio exatamente esta palavra, como ganhou o significado atual? E será que é realmente necessária no nosso vocabulário? A partir de uma análise histórica e linguística, a consultora Sara Mourato questiona o uso automático do termo e apresenta alternativas portuguesas que mostram a riqueza e diversidade da nossa própria língua. Sara Mourato · 30 de janeiro de 2026 · 621
O nosso idioma // Anglicismos O termo sharenting e a dificuldade na sua tradução Será possível encontrar equivalente em português para o anglicismo sharenting, que designa a partilha, nas redes, de conteúdos relacionados com os filhos? A esta pergunta responde a consultora Sara Mourato, num texto à volta deste estrangeirismo que surge com a crescente mediatização da vida quotidiana e a disseminação das redes sociais. Sara Mourato · 12 de dezembro de 2025 · 2K
Pelourinho // Anglicismos O que é um expat? Quando a imigração tem aura anglicista Um apontamento da jornalista e colunista Mafalda Anjos traz o anglicismo expat para a ribalta da língua que se fala em Portugal. O que é e como se usa? O consultor Carlos Rocha explica. Carlos Rocha · 19 de novembro de 2025 · 373
O nosso idioma // Anglicismos “OK”, o “mata-conversa” Comunicação passivo-agressiva e conflito intergeracional «Quem quiser ser cruel numa troca de mensagens não precisa de ser eloquente no insulto ou de vetar alguém a um silêncio ostracizante. Escreva “OK” e será o mais requintado passivo-agressivo dos comunicadores. Aprenda.» Crónica do jornista Luís Pedro Nunes, que, partindo do uso de OK como forma de esquivar o desenvolvimento de uma conversa, dá conta dos conflitos entre gerações gerados pela comunicação escrita por telemóvel. Texto publicado no semanário Expresso em 21/08/2025 e aqui apresentado com a devida vénia. Luís Pedro Nunes · 26 de setembro de 2025 · 1K
Pelourinho // Anglicismos Para quê tantos anglicismos nos CTT? A propósito da expressão «hora de corte» Em Portugal, nas lojas e pontos dos serviços dos CTT, lê-se «hora de corte» com o significado de «hora limite para recolha de correio». O consultor Carlos Rocha interroga-se sobre o sentido de corte na referida expressão, num apontamento que revela igualmente como um serviço de correios, com longa tradição em Portugal, usa anglicismos esquecendo-se do vernáculo. Carlos Rocha · 24 de julho de 2025 · 1K
O nosso idioma // Anglicismos O termo fanfic As narrativas escritas por fãs Fanfic é um nome que se refere a um tipo de narrativa geralmente criada e partilhada por fãs na Internet, utilizando personagens ou universos de obras já existentes. Mas será que existe um termo equivalente em português? A esta pergunta responde a consultora Sara Mourato, num texto que aborda a origem e significado do nome fanfic. Sara Mourato · 4 de outubro de 2024 · 1K
Pelourinho // Anglicismos Não é big, é «o maior» A interferência do inglês na língua portuguesa A escolha linguística de um adepto de futebol que, ao elogiar o treinador do Sporting Clube de Portugal, utiliza big em vez do equivalente português maior, é o mote deste texto onde se aborda a crescente interferência do inglês no discurso diário. Um apontamento da consultora Sara Mourato. Sara Mourato · 17 de maio de 2024 · 1K
O nosso idioma // Anglicismos O neologismo pele-limpa Agentes secretos e anglicismos Na época atual, caracterizada por rápidas mudanças e um clima de conflito, surge mais um neologismo que reflete uma nova preocupação no âmbito da defesa: peles-limpas. A consultora Sara Mourato explora a origem e o significado por trás dessa expressão num apontamento que realça a adaptação da linguagem às mutações da política internacional. Sara Mourato · 12 de abril de 2024 · 1K
O nosso idioma // Anglicismos Novos conceitos nas relações amorosas Red flag, green flag e limerência Nas redes sociais surgem expressões, trazidas do século XVII, como red flag e green flag que se associam a aspetos negativos ou positivos das relações amorosas. Mas será que a forma aportuguesada destas expressões tem a mesma forma que as expressões inglesas? A esta questão responde a consultora Sara Mourato, num texto onde reflete sobre a origem, uso e aportuguesamento de red flag e green flag e sobre a emergência do termo limerência. Sara Mourato · 20 de fevereiro de 2024 · 2K
O nosso idioma // Anglicismos O enigma do ghosting nas relações modernas Qual a origem desta expressão? É fácil ouvirmos os millennials ou Geração Z, entre eles, principalmente, relatarem que alguém lhes «deu ghost/ghosting». Esta expressão aparenta estar relacionada com as relações modernas, vinculadas, em grande medida, às interações digitais. Mas do que se trata, e qual a origem, afinal, desta expressão? A esta pergunta dará resposta a consultora Sara Mourato, num artigo acerca da recente expressão «dar ghost/ghosting». Sara Mourato · 28 de novembro de 2023 · 2K