Logo: advérbio e conjunção
Na frase «Mal entrei, vi logo na secretária o Poeta e o Gabriel», logo é um advérbio de tempo, ou é uma conjunção?
Complementos do nome e modificadores restritivos
Li as explicações que são dadas no vosso site, mas continuo a ter dificuldades em distinguir os complementos do nome dos modificadores restritivos quando são introduzidos por de. Por que razão em «a construção do edifício», «a oferta de livros» e «a estação do metro» estamos perante o complemento do nome, e em «o rapaz de barba», «o passeio de barco» e «a viagem de Lisboa ao Porto» já estamos perante o modificador restritivo? Em termos semânticos, parecem-me tão obrigatórios uns como outros.
O género da palavra apótema
Qual o género da palavra apótema?
A aplicação do termo valência
Tenho uma dúvida ainda não sanada. Em sua obra Gramática de Valências, Mário Vilela diz que o termo valência não deve ser aplicado nem aos verbos auxiliares, nem aos verbos copulativos (como ser e estar), nem aos verbos funcionais. A minha dúvida maior é com relação aos verbos copulativos e auxiliares. Por que o autor diz que a valência verbal não se estende a esses verbos? Ainda não tive uma explicação que sanasse a minha dúvida.
Sobre os substantivos Lisboa, instrutores, alunos e Outubro
Como classificar os seguintes nomes, indicando se são uniformes ou biformes quanto ao género e ao número: Lisboa; instrutores; alunos; Outubro?
«O jovem repórter» e «O repórter jovem»
Qual a classe gramatical de «jovem» em «O jovem repórter foi promovido» e «O repórter jovem foi promovido»? Só para constar: meu professor disse que no primeiro caso é substantivo, e, no segundo, adjetivo. Continuei duvidando. E se puderem me ajudar, qual o critério utilizado para saber se uma palavra é ou não adjetivo quando muda sua posição diante de substantivo? Por exemplo, «nova estatística» ou «estatística nova», a palavra nova continua sendo adjetivo, mas por que «fumante italiano» e «italiano fumante», fumante é substantivo no primeiro caso, e adjetivo no segundo?
Preciso de ajuda!
A classificação de «a seguir» na frase «A seguir, vou estudar Português»
Na frase «A seguir, vou estudar Português» o que é «a seguir»? Trata-se de uma locução adverbial de tempo?
Obrigada.
A palavra sua na expressão «à sua espera»
Gostava de saber se a palavra sua, na expressão «à sua espera», é pronome ou determinante possessivo.
Muito obrigada pela atenção.
As classes de palavras de mais
Minha dúvida está relacionada com a pergunta já formulada por um consulente:
«Estreou nos cinemas mais um filme de vampiro.»
No entanto, gostaria de saber qual a classe gramatical da palavra mais.
Há diferença de classe dessa mesma palavra quando empregada nos seguintes contextos:
«Vamos promover mais uma festa.»
«Vamos promover mais de uma festa.»
«Não vamos promover mais festas»?
Há outros casos em que mais é classificada de maneira diferente das acima citadas?
Muito obrigada e parabéns pelo trabalho.
Os advérbios raramente, sempre e frequentemente
Nas frases «O carácter do artista raramente corresponde à ideia que dele temos»; «O carácter do artista corresponde sempre/frequentemente à ideia que dele temos», como classificamos os advérbios raramente, sempre e frequentemente? São advérbios adjuntos, ou disjuntos? E, sob o ponto de vista sintáctico, modificadores de frase, ou de verbo?
Suponho que o advérbio raramente tem sentido negativo. Estes advérbios, sob o ponto de vista da designação semântica, são advérbios de frequência e/ou de tempo?
Antecipadamente agradecida.
