DÚVIDAS

«Ter dúvidas de» e modo da completiva
Agradecia que me esclarecessem uma dúvida decorrente da leitura desta frase: «De resto, não tenho dúvidas que a FMUP é uma excelente faculdade.» A minha dúvida prende-se com a utilização do presente do indicativo por oposição ao presente do conjuntivo. Por outras palavras, pergunto-me se o uso do presente do indicativo do verbo ser será aceitável neste contexto, ou se o correcto seria mesmo recorrer ao presente do conjuntivo do mesmo — «De resto, não tenho dúvidas que a FMUP seja uma excelente faculdade.» Gostaria que se justificassem, para que a dúvida fosse completamente exterminada.
Oríon
Tive recentemente de traduzir a palavra Orion, que define uma constelação ou estrela do mesmo nome, mas tive dúvidas em como traduzi-la. No meu Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora, vem Órion, mas vejo que aqui no Ciberdúvidas se defende que a palavra deve ser grave, ou seja, Oríon. Gostaria de saber se ambas as formas são aceitáveis, ou se, pelo contrário, apenas uma está correcta. Obrigado uma vez mais.
Numerais por extenso
Depois de verificar em várias gramáticas do Brasil e pesquisar no Ciberdúvidas (não entendi a explicação de vocês), gostaria de uma resposta mais clara. Não sei como vocês trabalham, se cada um de vocês se reúnem para discutir uma pergunta e procurar uma solução coerente. Gosto muito do site, porém, perco-me às vezes com as respostas. Como trabalho com a língua portuguesa, estou sempre à procura de uma explicação. Como escrever os números por extenso? No Brasil, nunca escrevemos os números por extenso usando vírgula. Após mil quando o primeiro algarismo da centena final é zero ou depois do mil quando vier com zero. Exemplo: 1002 – mil e dois 1300 – mil e trezentos 1945 – mil novecentos e quarenta e cinco (aqui não usamos e depois de mil) Em Portugal, há uma outra maneira de escrever?
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