A expressão «do almoço» em «hora do almoço»
Em «hora do almoço» — «do almoço» é adjunto adnominal?
Sobre os termos contra-assinante e contra-signatário/contrassignatário
Gostaria que fizessem o favor de informar se o termo "contra-assinante" existe na língua portuguesa e se, caso tal se verifique, tem a mesma significação que "contra-signatário"? Aproveito ainda para pedir que esclareçam sobre a nova grafia dos termos em análise!
Muito obrigado.
«Qualquer limitação» e «quaisquer limitações»
Gostaria de saber se ambas as expressões estão correctas, mudando apenas a interpretação, ou só uma delas é válida e porquê:
— «qualquer limitação de horários»;
— «quaisquer limitações de horários».
Agradeço, desde já, a atenção dispensada.
Sobre a colocação do se
Gostaria de saber se estas frases estão correctas:
«Carlos referiu ter conhecido Filipa num concerto e que só aceitara se casar para a ajudar a ser feliz.»
«Carlos referiu ter conhecido Filipa num concerto e que só aceitara casar-se para a ajudar a ser feliz.»
Obrigada!
A origem de Azemel em «Rua de Azemel» (Santa Cruz do Bispo, Matosinhos, Portugal)
Em Santa Cruz do Bispo existe uma rua denominada: «Rua do Azemel».
Qual a presumível origem deste nome de rua?
Homofonia das terminações de 3.ª pessoa do plural dos pretéritos perfeito e mais-que-perfeito
1.° caso — Mandaram 3.ª pessoa, plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo
2.º caso — Mandaram 3.ª pessoa, plural do pretérito perfeito do indicativo.
A pergunta é: Podemos dizer que no 1.° caso a desinência de número-pessoal é apenas o M, já que RA é desinência modo-temporal do pretérito mais-que-perfeito do indicativo, e que no 2.° caso RAM é desinência de número-pessoal, já que não se repete nas outras pessoas do pretérito perfeito do indicativo. Certo ou errado?
O particípio passado do verbo abrir
Recentemente, tive dúvidas relativamente ao uso do(s) particípio(s) passado(s) do verbo abrir, pelo que consultei uma gramática da Porto Editora, na qual se dizia que os particípios regular e irregular — abrido e aberto — deviam ser usados, respectivamente, com os auxiliares ter/haver e ser/estar.
No entanto, no vosso site, deparei-me com informação contrária. Segundo a dra. Conceição Saraiva, o verbo abrir tem apenas um particípio passado — aberto.
O particípio passado abrido está, de facto, errado? Ou simplesmente está a cair em desuso?
Obrigada!
A classe do que em «Pergunta àquela menina que coisa ela quer ter»
Qual a classe da palavra que em: «Pergunta àquela menina que coisa ela quer ter.» Há oração subordinada? De que tipo?
Obrigado.
A regência de gostar numa oração relativa
É comum ouvir em certos anúncios publicitários do Brasil a seguinte oração: «Dê um presente a quem você gosta.» Creio haver aqui um problema, uma vez que não se deu atenção à regência do verbo gostar, o qual pede a preposição de. Se quisermos construir gramaticalmente, teremos de usar a preposição supramencionada. Penso que a forma limpa de qualquer senão sintático é esta: «Dê um presente à pessoa de que (ou de quem) você gosta.» Estou certo?
Muito agradecido!
O natural de Setos (Beira Alta, Portugal)
A minha mãe é natural de uma aldeia na Beira Alta de nome Cetos. Até esta altura sempre pensámos que os naturais de lá se chamassem "Cetenses". Acontece que há poucos dias alguém disse que estava errado e que se deviam chamar "Cetoenses".
A minha pergunta é: se a aldeia se chama Cetos, como se chamam os seus habitantes? "Cetenses", ou "Cetoenses"?
Obrigado pela vossa ajuda.
