Advérbio de modo
Gostaria de saber se todos os advérbios de modo são terminados em "mente".
«Lady-shave»
Como se chama uma máquina de "barbear" para mulheres, na Holanda chamada 'ladyshave' (que é o nome dado pela Philips), em Português? Não é portanto uma depiladora (que arranca os pelos) mas uma máquina que corta os pelos com uma lâmina.
Linguiça
Linguiça não tem acento gráfico. Porquê?
Estaladiço
Qual a palavra adequada para exprimir o conceito de "crocante"?
A palavra estaladiço não serve pois refere-se a outra característica organoléptica.
Dir-te-ia
Queria saber se se diz/escreve "dir-te-ia" ou "dizer-te-ia" de acordo com a regra dos verbos regulares para este tempo verbal.
«Fazer febre»
Quando estava doente, a minha mãe costumava dizer que eu tinha febre ou estava com febre. Agora, ouço dizer "fazer febre", "fazer uma gripe", "fazer uma virose"... Estas últimas expressões repugnam-me absolutamente, mas não tenho a certeza de que não sejam correctas. Podem ajudar-me?
Gás
Sempre usei indistintamente gás e gaz no seguinte contexto: "Ontem comprei uma botija de gás".
Há pouco tempo verifiquei, em diversos dicionários, que estas duas grafias têm significados distintos.
Agradecia que me esclarecessem qual a grafia correcta para aquele contexto.
Duarte e Pires
Gostaria de saber a origem de Duarte. É deformação de Eduardo, vem do germânico Edwacht?
Pela mesma gostaria também de conhecer a origem do nome Pires.
Muito obrigado
Feros
É uso na minha família a expressão "sessenta anos rijos e feros", referindo-se a uma pessoa bem conservada.
Criticam-me quando uso essa expressão, afirmando que a palavra "feros" não existe, e na verdade não a encontro no dicionário.
Poderá tratar-se de um regionalismo? Ou simplesmente é asneira?
Obrigado.
Cumprimentos.
Ensino do português
Sou estudante do curso de Letras, gostaria, se fosse possível, que falassem alguma coisa sobre o ensino do português no anos 70, época em que a educação passou a ser considerada como um instrumento para a geração de capital humano (ensino profissionalizante), a escola foi invadida por uma onda "psicologista" e a desvalorização do conteúdo, numa supervalorização, em contrapartida, do processo didático (uma escola de muito "pedagogismo" e de pouca substância).
Li no JB do dia 02 de março de 1998 uma matéria que dizia "Entre populismo e purismo, no meio, também não está a virtude", me fale, um pouco, sobre isto. O que acham?
Obrigado.
