«A minha esperança é que...»
1) «A minha esperança é que ele conte a verdade.» 2) «A minha esperança é de que ele conte a verdade.» 3) «A minha esperança é a de que ele conte a verdade.» Eu gostaria de saber qual das orações está construída corretamente. É que não consigo definir diferença entre elas, porque, segundo meu entendimento a esse respeito: a) O primeiro período é formado por uma oração substantiva predicativa, ou seja, «minha esperança» = «que ele conte a verdade»; b) O segundo período tem uma oração substantiva completiva nominal, exercendo função análoga à da expressão «ao próximo», na frase «O seu amor é ao próximo»; c) E o último período tem como predicativo um pronome demonstrativo seguido de uma oração completiva nominal, isto é, «A esperança de que ele conte a verdade é a minha esperança». Por favor, peço que esclareçam a questão e a expliquem de maneira abrangente. Grato de antemão.
Lisboa = Lx.ª
Qual é a terminologia correcta: Lx.ª ou Lx para Lisboa, considerando que "Lisboa" é um substantivo feminino.
Cessionário
Como se escreve cessionário? Está certa essa ortografia? Em qual 'site' eu consigo tirar essas dúvidas?
Despediu-se / complemento directo
Referente a uma questão já respondida (abaixo), não consegui entender o porquê de o pronome se (despediu-se), ser objeto direto, pois acredito que o verbo é apenas VTI (quem se despede se despede de alguém, certo?). Vocês podem ajudar-me? Pergunta respondida: Agradecia que procedesse à análise sintáctica da seguinte frase: "Vasco da Gama despediu-se do rei de Melinde." Obrigado. Miguel Teixeira Portugal Sujeito - Vasco da Gama; predicado - despediu-se do rei de Melinde; complemento directo - se (pronome pessoal reflexo com função de complemento); complemento indirecto - do rei de Melinde. Michael Peressin Brasil
Prefixos: uso do hífen
Desculpe pela minha falta de clareza. A minha pergunta é: Gostaria que me apresentassem uma lista de prefixos, dizendo quando usá-los e o que eles significam.
Ex.: recém exige hífen. E outros?
Pronomes mesoclíticos
Eu gostaria de saber as regras relativas aos pronomes mesoclíticos, i.e., em que casos perde o verbo o -r?: – estudár-lo-ei ou estudá-lo-ei? – dár-lo-ei ou dár-lho-ei? – comprár-la-ia ou comprá-la-ia? Etc. Desde já agradeço a resposta.
O estudo da sinonímia
Qual a importância da sinonímia na sala de aula?
Nome predicativo
Gostaria de saber tudo sobre predicativo.
Fala-se pior
Uma vez mais vos remeto uma pergunta e, uma vez mais também vos agradeço a atenção que me têm dedicado. As vossas respostas têm-me ajudado muito na aprendizagem do português. A dúvida de hoje prende-se com a frase do "Acontece". Está bem "Fala-se pior o português.."? Ou será "Fala-se mais mal ..."? Obrigada.
Maiúsculas: Céu e Inferno
Gostaria de saber se as palavras "céu" e "inferno" serão escritas com inicial maiúscula nas seguintes frases: a) Quando morreres, vais para o céu. b) Deus está no céu. c) Quando morreres, vais para o inferno. Penso que são escritas com inicial minúscula nas frases: d) Mas que inferno de vida! e) O céu estava estrelado. Ou não será? Grata pela atenção dispensada.
