Ordenação de palavras em dicionários
Gostaria de saber se existe alguma norma sobre a ordenação alfabética do português, utilizada nos dicionários de português (de Portugal, do Brasil e de todos os países onde se fala português). Utilizam todos a mesma norma, ou há regras diferentes utilizadas nos dicionários de português do Brasil, por exemplo? Numa lista de palavras iniciadas por maiúscula/minúscula, ou palavras com apóstrofos, hífenes e tremas (português do Brasil), qual a regra de classificação a ser utilizada? Onde posso encontrar essas normas/regras?
Obrigada.
A grafia de Hugo
No novo acordo ortográfico, o h mudo no início das palavras desaparece.
Como é com os nomes próprios, neste caso Hugo. Continua e escrever-se da mesma forma? Ou passará a ser "Ugo"?
Correcto (PE) e correto (PB)
Tenho tentado actualizar-me em relação às mudanças ortográficas previstas pelo acordo. Em alguns casos, entendo perfeitamente a queda de determinadas consoantes mudas, noutros mantenho dúvidas, como a seguinte:
— Como explicar a diferença fonética, a um leitor não lusófono, entre as palavras correto (antigamente correcto) e coreto? Os ee têm valores diferentes, contudo não há nenhum indicador gráfico que o assinale. Deverei aludir a uma fonética baseada no costume ou hábito? Se sim, como o determinar enquanto regra ortográfica?
Obrigado.
Enformação e conformação
A palavra enformação (no sentido de «dar forma») pode utilizar-se? Ou deve apenas utilizar-se a palavra conformação?
Bom ano.
Muito obrigado.
O imperativo e o discurso indirecto
Querendo explicar aos meus cursistas como se tem de pôr uma frase com o verbo no imperativo no discurso indirecto, queria saber se é possível utilizar uma construção com poder ou ter de em vez do imperativo do conjuntivo ou o infinitivo pessoal.
Exemplo:
Discurso directo: «Não se vão embora, que eu chego logo!»
Discurso indirecto: «Ela disse para não nos irmos embora, que ela chegava logo.»
Discurso indirecto com verbo poder: «Ela disse que não nos podíamos ir embora, que ela chegava logo.»
Discurso indirecto com verbo ter de: «Ela disse que não tínhamos de ir-nos embora, que ela chegava logo.»
No exemplo em cima se trata de um imperativo. Normalmente, este deve ser substituído por um conjuntivo imperfeito ou um infinitivo pessoal. Visto que os meus cursistas ainda não conhecem nenhum destes dois tempos, queria oferecer-lhes uma outra possibilidade para resolver este problema, acrescentando o verbo poder ou ter de. Quais das possibilidades que mencionei acima lhes parecem melhores?
Outra pergunta que surge quando se põe no discurso indirecto a frase que dei como exemplo é: os tempos têm mesmo de mudar para o imperfeito? Em português é incorrecto/impossível dizer: «Ela disse que não podemos/temos de... que ela chega/chegará/chegaria logo»?
Segundo as regras gramaticais, há uma incongruência dos tempos nestas frases? Para mim, o uso da língua não é sempre tão rígido e depende muitas vezes das circunstâncias. Por isso acho que estas frases também podem ser correctas...
Mas como professora tenho de ter a certeza de que o que estou a dizer é correcto!
Muito obrigada pela ajuda e feliz ano novo!
O adjectivo relativo ao verbo electrocutar
Qual é o adjectivo derivado do verbo electrocutar, que caracteriza aquele/aquilo que mata por electrocussão?
Obrigada.
O significado das palavras legibilidade e visibilidade
Gostaria de saber o significado exato das palavras legibilidade e visibilidade.
A pergunta é feita pelo motivo da necessidade em fazer uma defesa de um auto de infração.
Os significados etimológicos das palavras soneto e prosa
Quais são os significados etimológicos das palavras soneto e prosa?
As histórias dos Sete Cabritinhos e dos Três Porquinhos
As histórias dos Sete Cabritinhos ou dos Três Porquinhos poderão ser consideradas fábulas, ou serão contos?
Sobre o verbo vivenciar
Existe no português europeu o verbo vivenciar?
