DÚVIDAS

A evolução histórica do topónimo Provença
Gostaria que me esclarecessem mais precisamente a evolução histórica da palavra topónima Provença, hoje um simples sítio existente na freguesia de Bairradas, Figueiró dos Vinhos. A palavra é utilizada ainda hoje pelos locais como Provença e Provência. José Pedro Machado localiza-a como Provença. A sua origem está na palavra latina Prudentia e as cartas militares actuais sinalizam a Ribeira da Prudência, um ribeiro que ali corre para o rio Zêzere. A evolução da palavra Prudentia passou pela queda do [E] intervocálico, pela evolução de [TI] para [CI] e [Ç], da elevação do [U] para [O] fechado, do aparecimento da fricativa [V] para o lugar do que outrora tinha sido [D], (passando pssivelmente pela aspiração representada por [H], como também apresenta José Pedro Machado). Agradecia que me fosse fornecida uma descrição linguística da evolução da palavra até ao estado Provença e Provência, localizando, se possível, no tempo as alterações fonéticas e gráficas verificadas. Desde já, muito grato.
Classificação de que em «faz dois dias que...», novamente
Nas respostas 21160 e 18289, a análise de estruturas iguais divergiu. Ainda questiono, em «Faz dois dias que não vejo TV», se o verbo fazer é impessoal por indicar tempo decorrido, «que não vejo TV» não poderia ser seu sujeito, logo o que não é conjunção integrante aqui. Por outro lado, se digo que tal que é pronome relativo de toda a sentença anterior («Faz dois dias»), sua única função sintática seria de adjunto adverbial de tempo, certo? Assim, por que não interpretar tal que como também como conjunção temporal? Seria ele expletivo? Ainda não sei a verdade sobre esse que!Ajudem! Grato.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa