DÚVIDAS

Complemento circunstancial vs. complemento oblíquo/modificador
Comentário sobre o desaparecimento da terminologia do conceito de circunstância: — ao ser substituído o conceito de circunstância, inviabiliza-se o estudo paralelo e complementar entre o sentido do texto e os mecanismos linguísticos que o servem, empobrecendo e reduzindo a uma categoria meramente linguística a análise da frase; — inviabiliza um estudo diacrónico da língua. Ex.: «O rapaz está na praia»: pela terminologia tradicional, «na praia» seria complemento circunstancial de lugar onde, que correspondia no latim a in + ablativo. Na evolução do latim para o português, operou-se a simplificação sintáctica, anulando a declinação, passando-se para uma língua analítica, introduzindo o artigo definido, que o latim desconhecia – in = em + artigo feminino = na. Gostaria que me esclarecessem sobre quais as vantagens metodológicas da nova terminologia, bem como quais os pressupostos linguísticos e de filosofia da linguagem que estão associados à conceptualização de complemento oblíquo. Muito obrigada.
Ordem nas referências bibliográficas
Nas referências bibliográficas, é obrigatória a colocação do nome do autor antes do da obra ou a designação do livro pode aparecer um primeiro lugar? Por exemplo, em vez de «RIBEIRO, Bernardim, Obras Completas, "Clássicos Sá da Costa", Sá da Costa, Lisboa, 1982», é incorrecta a forma «Obras Completas, Bernardim Ribeiro, Colecção "Clássicos Sá da Costa", Sá da Costa, Lisboa, 1982»? Grata pela atenção dispensada.
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