O significado da palavra autóctone
O que quer dizer a palavra autóctone?
O plural de "spam"
Como se forma o plural da palavra spam?Muito obrigado.
Acerca do verbo transcrever
Gostaria que me fizessem o favor de esclarecer se o verbo transcrever se pode usar no sentido de «escrever tal e qual como se fala». É diferente da linguagem coloquial, e serviria, por exemplo, para uma afirmação no sentido pejorativo, como seja: «Este tipo não escreve, transcreve.»
Obrigado pela atenção.
O grama
Deve dizer-se " duzentos gramas de fiambre " ou " duzentas gramas de fiambre"?
A origem da palavra sangue
Gostaria de saber qual é a origem da palavra sangue.
E também como faço para adquirir o dicionário da origem das palavras do autor José Pedro Machado (Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa).
Beneficiar com
O verbo beneficiar utilizado no sentido de proporcionar benefício a si mesmo pede que preposição?
Vide o exemplo abaixo:
1) Os funcionários beneficiaram-se do processo.
2) Os funcionários beneficiaram do processo.
Qual é o correto?
Os sinónimos de dissuasor
Poderá dizer-se "dissuador" em vez de dissuasor?
Obrigada.
A regência do verbo contentar
«Homero, porém, não se contentou com repetir os relatos que a tradição lhe administrara.»«…os críticos costumam conservá-las nas suas edições, contentando-se apenas com indicá-las com um sinal para informação do leitor…»Nas duas frases não se deveria pôr, no lugar de com, em?
Gravidezas/rigidezes/escassezes
Gostaria de obter esclarecimentos a propósito dos plurais das palavras gravidez, rigidez e escassez. Eu tenho tendência de dizer gravidezas e rigidezas (estou correcto?), mas "escassezas" soa-me deveras estranho. "Escassezes" não me parece melhor.
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
Complemento determinativo e complemento circunstancial de matéria
Tenho dificuldade em distinguir o complemento determinativo (de matéria) do complemento circunstancial de matéria. Consultei várias gramáticas e não cheguei a conclusões definitivas sobre o assunto. O Compêndio de Gramática Portuguesa de José Nunes de Figueiredo admite a existência do complemento circunstancial de matéria (ex.: «mesa de pinho»). Contudo, neste exemplo, eu poderia ver um complemento determinativo (de matéria). A mesma gramática apresenta a preposição «de» como indicativa da «matéria de que uma coisa é feita ou assunto de que se trata.../Taça de cristal./Falar de política.» Recentemente encontrei a seguinte explicação na Gramática Universal de Língua Portuguesa de António Afonso Borregana: «Tanto a circunstância de matéria como a de posse e a de parentesco são complementos determinativos.» Gostaria de conhecer a vossa opinião sobre o assunto. Muito obrigada.
