DÚVIDAS

A formação dos patronímicos
Como eram formados os patrônimos em português (ou ibéricos)? Vários nomes parecem apenas adicionar -es, por vezes deitando fora a vogal final (Henrique – Henriques; Fernando – Fernandes; Martim – Martins), enquanto em outros parece haver influência de formas mais arcaicas do nome ou evolução do próprio patrônimo (Vasco – Vaz; Gonçalo – Gonçalves; Diogo – Dias). Existe uma regra geral que se possa formular?
Maiô (“maillot”)
Gostaria de saber como é que se traduz, em português, e o que significa na realidade, o galicismo “maillot”. No Brasil, “maio” é qualquer fato de banho, de uma peça inteira (a cobrir o tronco na sua totalidade), que as senhoras usam em natação. Em Portugal, uma vez vi na televisão um combate de luta greco-romana, de homens, em que o locutor se referiu ao «atleta do Maio vermelho» (qualquer fato usado pelos homens em competições de lutas amadoras e de levantamento de pesos, a cobrir o tronco e parte das coxas). Afinal, o que é que está certo? Gostava que me prestassem mais esclarecimentos.
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