Os advérbios nunca e jamais
Como sabemos, os advérbios 'nunca' e 'jamais' pertencem, agora, aos advérbios de tempo. Será que podemos dar como exemplos de frases com polaridade negativa aquelas que incluem estes dois advérbios? Como explicar aos alunos que é uma frase com polaridade negativa, se não está presente um advérbio de negação? Não vejo, nos projetos editoriais, esta questão muito clara! Muito obrigada.
Barato / barata
Gostaria de saber se a palavra barata como adjetivo varia de acordo com o substantivo a que se refere ou se ela é invariável.
Por ex.: Aquela calça é barato ou aquela calça é barata?
Grávida e prenhe
Deve utilizar-se o termo grávida para a mulher e prenhe para as outras fêmeas, ou pode utilizar-se grávida para qualquer fêmea?
Rainha (sem acento no i)
Rainha não deveria levar acento? Tendo em consideração que a palavra "Rainha" tem a divisão silábica "ra-i-nha", não deveria então a palavra ser acentuada no “i” com acento agudo? Na ausência deste, parece-me que somos levados a ler rai-nha. Agradecia uma explicação. Obrigada.
O aumentativo das palavras boneca, faca e barata
Eu procurei nas perguntas e não consegui sanar minha dúvida.
Quero saber se existe o aumentativo de palavras no feminino. Exemplos: boneca, faca, barata entre outras, geralmente no feminino.
Abraços.
À vontade/à-vontade
Qual é a categoria e respectiva função sintáctica de «à vontade» e de «à-vontade»?
Podem mostrar-me exemplos do uso dos dois sintagmas que me esclareçam acerca da acepção de "nome", para «à-vontade»?
Abreviatura de tecnólogo
Gostaria de saber qual é a abreviação correta para tecnólogo.
Obrigado.
A abreviatura p. p.
O uso do acrónimo p. p. para significar o conceito próprio ano é correcto? Qual a sua origem?
«Desta feita» ‘vs.’ destarte
Gostaria de saber o significado da expressão «desta feita». Seria assemelhado a «destarte»?
Para aqui/para cá, de novo
Prezado Prof. Dr. José Neves Henriques, antes de tudo, agradeço-lhe pela resposta à minha dúvida. Na resposta, o senhor pedia que lhe dissesse o nome do livro em que se encontra a "regra" de usar "para cá" ao invés de "para aqui", em frases do tipo: "venha para cá", "vá para lá". Bem, o livro em questão é do Prof. Luiz Antônio Sacconi, "Não erre mais", 19 ed. revis. e aumentada. São Paulo, Atual, 1995.
Neste livro, o Autor procura corrigir os erros de português mais comuns. Porém, às vezes, ele toma certas posições que, a meu ver, são difíceis de aceitar. Não obstante a isso, "Não erre mais" é um bom repositório dos desvios mais comuns da norma culta do português no Brasil, dando-nos uma visão panorâmica de como é a língua portuguesa falada e escrita no Brasil.
