Como citar imagens
Gostaria que me esclarecessem quanto à forma correta de citar imagens.
Muito grata.
As locuções «antes que» e «depois que»
Sei que existem as locuções conjuncionais «antes que» e «depois que».
Pretendo saber se também é correto usar para o mesmo efeito as expressões «antes de que» e «depois de que» usando uma construção análoga à de «para além de que». Tinha para mim que era possível dizer «depois de que» mas não «antes de que». Achei no entanto um pouco arbitrário.
Procurei em várias gramáticas e não vi nada de conclusivo. Também só encontrei algumas referências tangenciais no Ciberdúvidas, que não me deram a certeza. Deste modo, decidi verificar a ocorrência das expressões no ReversoContext e encontrei centenas de ocorrências.
Essas expressões são de fato gramaticalmente aceitáveis?
A regência do verbo preterir
Devo dizer: «Preterido pelo consumismo» ou «preterido para o consumismo»?
Sobre o bem-disposto
Em 22-11-2001, JNH respondeu assim a «Qual a função sintática de bem-disposto em: Seu Zé acordou bem-disposto?»: Seu Zé acordou bem-disposto – É complemento circunstancial de modo da forma verbal acordou.
Por outro lado, em Hífen 2 diz-se que «Usa-se o hífen ... nos vocábulos em cuja formação entram os prefixos: ... bem – Antes de vogal e h, quando na pronúncia se ouve o ditongo ei: bem-amado.» Logo será bemdisposto, tal como maldisposto. Será?
Obrigado.
Cargo, função e posição
Gostaria de saber que diferença existe entre as palavras cargo, função e posição. Por exemplo, a palavra cargo é uma expressão usada para posições profissionais na função pública? — Ex.: «cargo de ministro das Finanças» — Ou também pode ser usada em empresas privadas? — Ex.: «cargo de director-geral». Será que seria mais adequado usar-se a expressão função no caso de uma empresa privada? — Ex.: «exercer a função de director clínico da empresa.»
Agradeço esclarecimento.
As sílabas de perspicácia, nostalgia e abstinência
Gostaria de saber se existe uma regra diferente para a divisão silábica das palavras perspicácia, nostalgia e abstinência.
Tendo em vista que, em perspicácia, a última sílaba formada é cia e não se separa, certo?
Já em nostalgia e abstinência o ia deve ser separado.
Corrija-me se eu estiver errada.
Obrigada.
Bem hifenizado
Numa das várias respostas sobre o uso do hífen, pode ler-se a seguinte regra: «7.5. Bem – Antes de vogal e h, quando na pronúncia se ouve o ditongo ei: bem-amado»
«Bem-vindo» não entra! Se acrescentarmos a explicação «não se aglutinaram», muito vaga, chegamos a “bem vindo”. Bolas! Excepção? Quando apareceu o hífen? (Qual foi a primeira palavra hifenizada?)
Escrevo sempre «bem-vindo», mas dei por mim a escrever «toda a informação é bem vinda» (se bem que «será bem vinda» me pareça melhor) e pareceu-me bem por não se tratar da saudação. Há esta diferenciação?
Obrigado.
Os melhores cumprimentos
O Imperativo
Sou estudante do segundo ano do ensino médio.
Gostaria de saber como se forma o imperativo afirmativo e negativo de um verbo.
Concordância, predicativo do sujeito, frases identificacionais
Por favor, gostaria que me esclarecessem uma dúvida, atendendo à frase «O resultado eram uns originais compridos e estreitos como papiros, que saiam em cascata da máquina de escrever e se estendiam pelo chão à medida que se escrevia.»
Qual a função sintáctica de «uns originais compridos e estreitos como papiros»? Predicativo do sujeito?
As classes de palavras de muitos e certos
Na frase «De muitos destes bonecos sobram certos bocadinhos...», estarei certa se identificar as seguintes classes (antiga terminologia)?
muitos e certos — determinantes indefinidos?
