Divisão silábica: tran-sa-tlân-ti-co
Sou estudante de Letras e tenho encontrado divergência quanto à separação silábica da palavra transatlântico. Qual forma é a correta?
Médico-legais / criados-mudos / sabidão
1 – Como se forma o plural de:
médico legal criado mudo
Explique.
2 – Como é o aumentativo pejorativo de sabido?
Sobre a conjunção todavia
Examine-se a seguinte frase:
«Ouvi atentamente o seu pronunciamento, que, todavia, merece reparo.»
Como se explica a presença da conjunção todavia, de valor adversativo, numa oração subordinada adjetiva explicativa? Afinal a segunda oração é coordenada adversativa, ou subordinada adjetiva?
Obrigado.
Sobre as orações relativas sem antecedente expresso
Antes de mais nada, parabéns pelo site. Sei que já analisaram questão parecida antes, mas gostaria muito de nova análise, com cautela. Posso até estar errado, mas preciso dividir isso com pessoas mais capazes que eu. A primeira vez que li em uma gramática que o quem é um pronome relativo sem antecedente, achei um absurdo. Explico por quê: é sempre possível substituir tal pronome (que, para mim, é um simples pronome indefinido) por uma locução pronominal indefinida quem quer que ou seja quem for que. Assim, não há o porquê de malabarismos analítico-nomenclaturais ao quem, tão perpetuados, qual dogma, por grandes mestres (eles fazem moda... mas o tempo passa). Exemplo: «Quem comigo não ajunta espalha» ou «A presidenta só convida quem tem potencial»; "alguns" vão dizer que o quem é um relativo sem antecedente, mas "qualquer um" sabe que a substituição por uma locução pronominal indefinida é muito acertada e reflete o uso da língua: «Seja quem for que comigo não ajunta espalha» e «A presidenta só convida "quem quer que" tenha potencial». Assim, não há relativo sem antecedente coisa nenhuma (na minha cabeça de falante, e culto), o que há é um mero pronome indefinido.
Gostaria de ouvir suas considerações, pois acho sinceramente que não estou lucubrando.
Dígrafos e digramas
Gostaria de saber quais são os dígrafos existentes na língua portuguesa.
«Em curso» e «no decurso de»
Qual a distinção de uso entre «projecto em curso» e «projecto em decurso»? Obrigado pela atenção.
Peluche ou pelúcia?
Quando nos referimos a um boneco (a um urso, p. ex.), deveremos dizer que é de «peluche» ou de «pelúcia»? Porquê? Muito obrigada!
Deícticos de tempo
Podem considerar-se deícticos de tempo expressões como «Às seis horas da tarde» ou «durante a manhã»?
A formação da palavra impossível
Quanto à sua formação, impossível é: só derivada por prefixação, ou é derivada por prefixação e sufixação?
A história da palavra papagaio
Na língua portuguesa, a palavra papagaio apareceu primeiro a designar a ave, ou o brinquedo de papel que voa?
