Pouco - pronome indefinido
Numa das respostas de Janeiro, vocês dizem:
Pouco é adjectivo quando colocado antes de substantivo, e varia em género e número com o substantivo que qualifica: «Poucas pessoas se salvaram no desastre».
Como pronome indefinido, também pode variar em género e número: «Poucos sabem o que se passou».
Estou perdido. Sempre achei que, na frase «Poucas pessoas se salvaram no desastre», "pouco" fosse «pronome adjectivo indefinido» - e não adjetivo.
E, em "poucos sabem o que se passou", a palavra fosse «pronome substantivo indefinido.
Não é isso?
A explicação do género dos países a um estrangeiro
Como explicar a um estrangeiro (chinês) o género no que se refere aos países?
H, a oitava letra e sexta consoante do nosso alfabeto
Gostaria de saber se a letra h não é mais considerada consoante. Desde quando?
«Na ponta da língua» = metáfora idiomática ou lexicalizada
«Ele estava com a resposta na ponta da língua.»
Na frase acima, trata-se de metáfora a expressão «na ponta da língua»?
Azeitona e oliva
Uma pergunta muito simples: azeitona e oliva são sinónimos?
Obrigado.
A figura de retórica chamada preterição
Tenho uma dúvida, relacionada com um recurso retórico, muito usado por advogados nas suas argumentações, cujo nome já soube, mas neste momento sou incapaz de reproduzir. Então, gostaria que me informassem sobre o recurso estilístico(?) ou figura de retórica presente em «Isto, para não falar de...». Na verdade, dizendo-se que não se vai falar de determinado assunto acabamos por estar, propositadamente, a referi-lo.
Sobre o verbo brincar
Na frase «Eu brinco ao faz de conta», o verbo brincar é intransitivo, ou transitivo indirecto?
Estrangeirismos e itálico
Encontro-me neste momento a traduzir para português um texto inglês com inúmeras referências a música, estilos musicais e afins.
Ora, ao referir os ditos estilos, surgiu-me uma dúvida: ainda que os substantivos "rock" e "jazz", por exemplo, estejam há tanto tempo instalados na nossa língua que se tornou comum grafá-los "em redondo", quando, no mesmo texto, tenho de referir "punk", "disco", "ska", "gospel", "techno", "trance", "acid", e tantos outros, parece-me que devo fazê-lo recorrendo ao itálico, uma vez que são palavras de origem estrangeira e que ainda não foram aportuguesadas (aliás, como "rock" e "jazz" também não foram).
Como tal, peço apenas a vossa opinião: por uma questão de coerência, não será melhor eu grafar todos estes substantivos em itálico, uma vez que se inserem no mesmo texto? De outro modo, como poderia justificar o recurso ao itálico apenas para alguns, deixando os restantes em redondo?
Desde já, o meu obrigado e, como sempre, os meus parabéns pela continuação deste vosso sítio.
Sobre «tom pastel»
Gostaria que me indicassem quais destas formas seriam as corretas.
«Tom pastel», ou «tom-pastel»? (E de igual forma: «tom sorvete», ou «tom-sorvete»?)
«Tons-pastel», ou «tons-pastéis»?
Derivação progressiva e regressiva
Agradeço a resposta enviada sobre derivação progressiva e regressiva no dia 10-04-2007. Porém, deixem-me, primeiro, concluir que nomes deverbais são aqueles que provêm dos verbos. Em segundo, expor a seguinte ideia que eu tenho de derivação progressiva: aquela em que os nomes provenientes dos verbos denotam um objecto ou substância, como algemar-algema, pontar-ponte. Gostaria que me dissessem se cientificamente essa ideia procede.
