DÚVIDAS

Complementos circunstanciais de lugar onde
Nas frases 1, 2, 3, os termos entre aspas são objetos indiretos. Porém, na frase 4, o termo entre aspas é adjunto adverbial de lugar. Por que isso acontece, já que todas as frases utilizam-se do verbo sair? Como posso saber quando vai ser objeto indireto ou adjunto adverbial? 1 – Não sai "do assunto". 2 – Muitos associados saíram "do clube". 3 – Saiu "do emprego". 4 – O prego saiu "da parede".
Regência do verbo chamar, novamente
E desta forma termina o tópico denominado "Chamar com Regência":(...) «Assim, embora se defenda como preferível a forma "ele chamou-lhe intelectual", não poderá dizer-se que é um erro a construção "chamar de" no sentido de "chamar nomes a alguém", presente na frase "ele foi chamado de intelectual"».Mas como pode tal?...Se aceitarmos a construção «ele foi chamado de intelectual», teremos de aceitar também «chamaram-no de intelectual». Se aceitarmos «chamei-o de mentiroso», teremos de aceitar, por exemplo, «chamaste-o», ao invés de «chamaste-lhe»; «chamámo-lo», ao invés de «chamaste-lhe», etc. E, como bem refere M.R.M.R.: «seria, sim, incorrecto dizer “o chamam” ou “chamam-no”. A forma correcta é "lhe chamam"». «Ela chamou sábio ao professor» = «Ela chamou-lhe sábio» Em Portugal, é esta a construção correcta.Se alguém «o chamou», foi, possivelmente, para obter a sua atenção. Se alguém lhe chamou, foi, provavelmente, um nome qualquer. E são, decididamente, coisas diferentes. O que será que me escapa?Obrigada.
Infanta, um caso particular de feminino
Ainda acerca da polémica causada por Dilma Roussef, que exigiu que a tratassem por "presidenta", julgo ter lido, algures, que as palavras terminadas em e se mantêm inalteradas em função do género. Assim, «o doente»/«a doente», «o tenente»/«a tenente», «o docente»/«a docente». No entanto, sou confrontado, muitas vezes, com «a infanta». Trata-se de uma excepção, ou de uma situação diferente?
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