Razão e porquê
Gostaria de saber se é correcta a expressão: «eis a razão do porquê!»
Obrigado.
O ditongo oi e os registos linguísticos
Relativamente à variação dos ditongos ou/oi, presente em palavras como ouro/oiro, poder-se-á afirmar que o ditongo oi é de cunho popular?
Obrigado.
Miasmatizar
No livro Por Terras do Norte, de João Paulo Freire, pág. 59, a dado passo pode ler-se: «alguns menores, rapazitos de dez a doze anos, viciando-se, pervertendo-se, miasmatisando-se no contacto doentio do vício!»
Lãzudo
Gostaria de saber se se diz lanzudo ou lãzudo, quando nos referimos a algo com muita lã.
Sobre autotelia e "telia"
Gostaria de saber se podemos utilizar o termo "telia", para nos referirmos à função. Desdobrando o termo autotelia, obtemos os termos "auto" + "telia"; este último diz respeito à função de qualquer coisa (suponho). Será portanto correcto dizermos, sobre um determinado assunto, que qualquer coisa tem uma determinada "telia"? Se sim, devemos usar aspas no termo?
Muito obrigado pela vossa resposta.
O uso de tratar com a preposição contra
É correto escrever «tratar-se contra» nos exemplos seguintes (os dois primeiros copiados da Internet)?
«[...] aceita tratar-se contra a dependência do álcool»
«[...] o que a levou a procurar ajuda e a tratar-se contra o vício em drogas.»
«Certos animais tratam-se contra parasitas.»
Na última frase, se se escrevesse «livram-se de parasitas», seria mantido o mesmo significado?
Sobre a reflexividade
Por que razão não há reflexividade nas línguas naturais?
Os neologismos “practibilizante” e parceriado
A propósito de um texto de Mário Barreto em que se 'define' a diferença entre neologia e neologismo, deparei-me há dias com duas palavras sobre as quais gostaria de saber se é correcta a sua utilização.
Practibilizante
Parceriado
Agradeço imenso o esclarecimento.
Benevolência vs. bondade
Será que há diferença entre benevolência e bondade?
Sobre palavras e expressões erradas
Existem palavras e expressões consideradas erradas que já se encontram tão enraizadas na nossa sociedade, que, quando as usamos correctamente, arriscamos não ser compreendidos. Um exemplo típico é a palavra despoletar. Se a usarmos numa frase no seu sentido correcto, arrisco-me a dizer que a maior parte das pessoas não compreenderá o que se quer dizer. Por outro lado, se se usar palavra espoletar em sua substituição numa frase em que esta seja mais correcta, poderá ser compreendida, mas não terá o mesmo impacto.
A minha pergunta é a seguinte: nestas situações, que palavra escolher? Nenhuma das situações é perfeita. E quando é que podemos considerar que um erro se tornou correcto? Quando chega aos dicionários? Mas eu vejo palavras que chegaram a um grande número de dicionários com significados que, em outros locais, são considerados errados.
Agradecido pelo tempo dispensado.
