DÚVIDAS

Os plurais de imperador e príncipe
É correto utilizar o plural de um título nobiliárquico masculino para se referir a pessoas de ambos os géneros que detenham o mesmo título? E se não, há alguma forma de assim o fazer sem ter de repetir o título em sua versão feminina? Por exemplo, «Imperadores Constantino e Helena» (em vez de Imperador e Imperatriz), «Príncipes Luiz, Fernando e Maria» (em vez de Príncipes e Princesa).
Sobre alterações ao nível das classes de palavras
Mas — única conjunção coordenativa adversativa? Agradeço que me esclareçam sobre a questão em epígrafe, pois tive conhecimento de que, no âmbito de uma acção de formação sobre os novos programas do ensino básico, se disse, entre outras coisas, que a TLEBS morreu e que há também outras alterações ao nível das classes de palavras, como a que enuncio, bem como, por exemplo, o facto de a conjunção mas já não se considerar um conector ou articulador.
"Chiquésimo"
Ouve-se cada vez mais aqui no Brasil uma forma de superlativo com desinência em "ésimo": grandésimo, altésimo, chiquésimo, erradésimo, carésimo, branquésimo, ... quando, penso, deveria ser grandérrimo, altérrimo, chiquérrimo, erradérrimo, carérrimo, branquérrimo, ... (espero que estes estejam corretos). Essa nova desinência procede? É correto usá-la, e aceitá-la? Isso faz parte da língua portuguesa ou, pelo menos, a uma tendência, a uma evolução sã? Ou é um empobrecimento, proveniente da ignorância do que é correto na língua? Obrigado.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa