S. Julião e São Julião
Por favor, desejava saber qual dos nomes em título pode ser aplicado a um edifício onde vai abrir uma creche, um centro de dia e um centro de noite de uma IPSS: CASA "S.... Julião".
Ainda a função de se
A análise feita na consulta A função de se na frase «Um ruído se fez ouvir» também se aplica a frases tais como: «Eu me fiz entender»; «nós nos fizemos entender»? Me e nos seriam então pronomes apassivantes?
Obrigado.
Magnanimamente
Gostaria de saber se «magnanimamente» está correcto e porquê. Antecipadamente grata.
Enceguecimento
Li esta palavra num texto brasileiro. Por achar curiosa a forma de referir a perda da visão, agradecia um comentário.
O nosso alfabeto no séc. XVI
Gostaria de saber se no séc. XVI, em Portugal, o alfabeto utilizado já era composto por 23 letras.
Obrigada.
Subclasse de manha
Manha é um nome abstracto ou concreto?
A expressão «comer um pedaço»
Veja-se a seguinte frase: «Um casal está discutindo. Ele tem ciúmes. Ela diz que vai ir ao cinema, então ele responde que pode ir, que não fica aborrecido. Ela pensa “E também, porque é que havias de ficar aborrecido? Ninguém me come um pedaço...” Que significa a frase «ninguém me come um pedaço»? Muito obrigada por sua resposta.
Sobre o quantificador, o modificador e o predicativo do complemento directo
[...] De Ana Sousa Martins, deparo hoje com um texto que me suscita comentário. Mas já antes de ontem eu tinha silenciado uma outra questão. Então, aí vão duas!
PRIMEIRA
«2. Diz-se "tudo o que foi/é possível", em que tudo é pronome indefinido. Poderíamos pensar em "tudo o possível" como uma estrutura elíptica (em que se omitem termos) de "tudo o que foi possível", mas essa estrutura é apenas hipotética, dado que não tem representatividade nos corpora consultados (CETEMPúblico e Clássicos da Literatura Portuguesa/Porto Editora), com clara dominância da estrutura tudo o + oração relativa.
3. Diz-se, no plural, "fez todos os possíveis", com a elisão do nome (por exemplo, esforços), sendo todos um quantificador. A construção correspondente no singular exige a presença de um nome: "Aplicou todo o esforço [que lhe era] possível naquela prova."»Ana Martins, 17/02/2009
Logo, segundo Ana Martins, nas frases:
1. «João faz tudo o que é possível para…» Tudo é um pronome indefinido.
2. «João faz todos os esforços possíveis para…» Todos é um quantificador.
Que motivos terão levado Ana Martins a preferir, em 2, a classificação de quantificador à de determinante? Eu entendo que, naquele SN «todos os esforços», todos é, inequivocamente, um determinante. Ela, não. Porquê?
SEGUNDA
Análise de Ana Martins:
«"A minha avó": sujeito"tem uns olhos muito grandes e bonitos": predicado"uns olhos muito grandes e bonitos": complemento directo"muito grandes e bonitos": modificador restritivo»Ana Martins, 19/02/2009
[...]Na frase:«A minha avó tem uns olhos muito grandes e bonitos» — «muito grandes e bonitos» não é, sintacticamente, um modificador. A frase deverá ser analisada:
A minha avó {tem [uns olhos muito grandes e bonitos]}
«tem uns olhos muito grandes e bonitos» é predicado «olhos muito grandes e bonitos» é c. d. «muito grandes e bonitos» é predicativo de olhos — ou seja, é predicativo do complemento directo.
__________________________Dicionário Teminológico:ModificadorFunção sintáctica desempenhada por constituintes não seleccionados por nenhum elemento do grupo sintáctico de que fazem parte. Por não serem seleccionados, a sua omissão geralmente não afecta a gramaticalidade de uma frase (i). Os modificadores podem relacionar-se com frases ou orações (ii), constituintes verbais (iii) ou nominais (iv).Os modificadores podem ter diferentes formas (v) e diferentes valores semânticos (vi).__________________________
Continuo a pensar que a inclusão dos modificadores na descrição sintáctica é um erro. Todo o modificador integra um grupo sintáctico. Logo, não há qualquer motivo para uma descrição autónoma. Se lermos bem a definição de Modificador no DT, deparamos com esta definição:
«Modificador é função sintáctica desempenhada por constituintes que integram já um grupo sintáctico.»
Se fazem já parte dum grupo sintáctico, para quê outra classificação externa ao seu próprio grupo?Por integrar um grupo sintáctico, a função do modificador é meramente semântica.
O ponto a fechar período depois de 19.º
Nos esclarecimentos de Maria Regina Rocha e de D'Silvas Filho, o ponto de abreviação dispensa o ponto final, se for o fim da frase?
Por exemplo: «...pelo que se aplica o art.º 19.º.»
Este último ponto final deve ser colocado no fim da frase ou é dispensável?
Muito grato.
Fotinha
Sou estudante e há uns dias venho pesquisando sobre qual o diminutivo da palavra foto. Muitos usam o masculino fotinho, mas sendo foto uma palavra feminina acredito ser fotinha... soa estranho... o mesmo ocorre com a palavra moto. Obrigada.
