Droga / estupefaciente
Qual a origem da palavra droga e estupefacientes?
Paisinhos/paisitos
Sou estudante de cursos preparatórios para concursos e, atualmente, procuro solução para a seguinte dúvida: qual o plural do diminutivo da palavra país?
Sei que a regra manda flexionar a palavra primitiva, retirar o "s" e acrescentar "zinhos", por exemplo, o que resultaria "paisezinhos". No entanto, um renomado professor aqui em minha cidade garante que, neste caso, ocorre a única exceção a esta regra, formando plural "paisinhos", ou "paisitos".
Necessito confirmação para esta afirmativa.
Agradeço desde já.
Carácter
Se eu quiser falar de um "caracter", por exemplo o "caractér" a, escreve-se "caracter" ou "caractér"?
Obrigado.
Certidão de teor
Trabalho em tabelionato e gostaria de saber se o correto é "Certidão de inteiro teor ou certidão em inteiro teor", de registros.
Tintim
Tenho uma dúvida acerca da(s) palavra(s) 'tim tim'. Existe 'tintim' (em "contar tudo tintim por tintim") mas não se poderá escrever 'tim tim'?
Obrigada pela reacção!
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
Mulato
Gostaria de saber a origem etimológica da palavra mulato.
Obrigada.
Aminoglicósideos
Deve escrever-se "aminoglicosidos" ou "aminoglicosídeos"?
Lana-caprina
Hoje, casualmente, encontrei de Bento da Cruz as suas Histórias de Lana-Caprina, da Editorial Notícias.
Podem indicar-me como se formou esta palavra?
Gravidezas/rigidezes/escassezes
Gostaria de obter esclarecimentos a propósito dos plurais das palavras gravidez, rigidez e escassez. Eu tenho tendência de dizer gravidezas e rigidezas (estou correcto?), mas "escassezas" soa-me deveras estranho. "Escassezes" não me parece melhor.
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
"Impeachment" = impugnação
Acho uma certa piada a algumas trocas de "galhardetes" feitas nesta secção entre falantes portugueses e brasileiros. O fenómeno de nos arrepiarmos com certas expressões e ortografias brasileiras é uma consequência de cada um de nós se julgar o centro do Mundo. É claro que fazer diferente não implica fazer mal. Obrigado ao Ciberdúvidas por me ter mostrado isso algumas vezes.
Mas, quando a imprensa brasileira fala em 'impeachement' (normalmente sem sequer com aspas) quer nos casos do Clinton, do Nixon, ou do Collor, então eu aí rebolo-me a rir.
Caro dr. Caffé, explique lá desta vez porque é que os seus compatriotas, nossos irmãos, preferem essa aberração do 'impeachement' em vez dum termo bem português como destituição.
Já agora, qual é o termo que surge nos documentos legais brasileiros, designadamente na Constituição?
