A frase «que tenha um bom dia»
Na frase, «Obrigado, que tenha um bom dia», como se justifica o elemento destacado?
Obrigado.
Presença ou omissão do artigo definido com plurais
Gostaria de saber se é correto o uso do artigo após os verbos referidos.
Por exemplo: «adoro desportos» ou «adoro os desportos»? «Gosto de filmes de terror» ou «gosto dos filmes de terror»? «Odeio pessoas arrogantes» ou «odeio as pessoas arrogantes»?
Já vi das duas formas e não sei qual seria o correto, ou se há contextos em que usamos o artigo e outros em que não. Nesse caso, gostaria de conhecê-los.
Muito obrigada pela ajuda.
Sentir com orações adverbiais de infinitivo
Em relação à regência do verbo sentir, podemos aceitar a preposição em nesta frase?
«Como se sente "em" passar o Natal longe de casa?»
Obrigado.
A frase «conhece-te a ti mesmo»
O «conhece-te a ti mesmo» está correto e não implica em redundância, certo?
Obrigado.
Modificador do grupo verbal: «estudar com os colegas»
Gostaria de solicitar um esclarecimento relativamente à função sintática desempenhada pela expressão «com os colegas» nas frases seguintes:
«A Maria estudou com os colegas.»
«A Maria estudou a matéria com os colegas.»
Tudo, antecedente do pronome relativo quanto
Nas frases :
1. «Tudo quanto houve passou.»
2. «Tudo quanto é passa.»
Em 1, o termo «Tudo quanto houve» é oração subordinada substantiva subjetiva? Ou o termo «quanto houve» é oração subordinada adjetiva?
Em 2, o termo «tudo quanto é» oração subordinada substantiva subjetiva? Ou o termo «quanto é» é oração subordinada adjetiva?
Agradeço.
O verbo significar seguido de oração subordinada
Quanto mais estudo sobre modos verbais, mais tenho dúvidas sobre questões que parecem simples, especialmente o subjuntivo.
1) «Estudei física, mas isso significa que eu conheço todas as fórmulas?»
2) «Estudei física, mas isso significa que eu conheça todas as fórmulas?»
Qual frase está correta? A 1 soa mais certa quando a digo em voz alta, porém, como a frase expressa dúvida, a 2 parece estar sintaticamente correta.
Grato pela ajuda.
Construção de grau: «... tão livre quanto...»
A frase «[Ele é] tão livre quanto renuncia ao que o tenta amiúde» está correta?
Numa construção mais simples: «o sujeito é livre na medida em que renuncia àquilo que o tenta frequentemente».
A construção «entende-se por»
Escrevo para tirar uma dúvida sobre a forma mais apropriada de interpretar a expressão «entende-se por» em períodos como este:
«Entende-se por poder de polícia a atividade que regula uma prática.»
Nesse tipo de período, a partícula se está marcando um caso de voz passiva ou de sujeito indeterminado?
A presença da preposição por parece apontar para sujeito indeterminado, mas o verbo entender pode ser transitivo direto e indireto e há um sintagma não iniciado por preposição («a atividade que...») que poderia fazer o papel de sujeito da passiva, ainda que não venha logo após a partícula.
Por outro lado, montar essa frase com o possível sujeito na posição que habitualmente ocupa em passivas sintéticas me parece pouco natural («Entende-se a atividade que regula uma prática por poder de polícia»), fora a questão de que, nas construções passivas, a preposição por costuma introduzir agente da passiva, mas esse não é o caso em períodos que usam «entende-se por».
Essa dúvida surgiu no trabalho, quando estávamos discutindo se o verbo entender deveria ir para a terceira do plural em um caso como este: «Entendem-se por poder de polícia as atividades que regulam uma prática.»
Obrigado.
Repetição de palavras, gramaticalidade e estilística
Estou no ensino médio e desenvolvi interesse por língua portuguesa, porém, uma dúvida surgiu em minha mente: é gramaticalmente correto repetir preposições, artigos e pronomes na mesma frase?
Por exemplo:
"Ele comprou um presente para levar para a festa surpresa." (Repetição da preposição "para")
"O aluno entregou o projeto, e o professor se surpreendeu." (Repetição do artigo "o")
"Eu gosto de ler, e quando leio, eu aprendo algo novo." (Repetição do pronome "eu")
Consegui pensar somente nesses exemplos. Isso é considerado aceitável na gramática portuguesa ou um erro que deve ser evitado?
Agradeço antecipadamente pela colaboração e esclarecimento sobre a questão.
