As contrações e variantes de para: pra, prá, pro, etc.
A forma reduzida da palavra para não deveria tornar-se "prá" (com acento), visto que as monossílabas tônicas terminadas em a são acentuadas: pá, vá, cá, má...? E «para o» não deveria tornar-se "prô" (também com acento), como "vô", "pô"...?
Estrangeirismos e itálico
Encontro-me neste momento a traduzir para português um texto inglês com inúmeras referências a música, estilos musicais e afins.
Ora, ao referir os ditos estilos, surgiu-me uma dúvida: ainda que os substantivos "rock" e "jazz", por exemplo, estejam há tanto tempo instalados na nossa língua que se tornou comum grafá-los "em redondo", quando, no mesmo texto, tenho de referir "punk", "disco", "ska", "gospel", "techno", "trance", "acid", e tantos outros, parece-me que devo fazê-lo recorrendo ao itálico, uma vez que são palavras de origem estrangeira e que ainda não foram aportuguesadas (aliás, como "rock" e "jazz" também não foram).
Como tal, peço apenas a vossa opinião: por uma questão de coerência, não será melhor eu grafar todos estes substantivos em itálico, uma vez que se inserem no mesmo texto? De outro modo, como poderia justificar o recurso ao itálico apenas para alguns, deixando os restantes em redondo?
Desde já, o meu obrigado e, como sempre, os meus parabéns pela continuação deste vosso sítio.
Ortografia de apelidos portugueses: Feitosa, Fiúza e Frazão
São "Feitoza", "Frazão", "Fiúza", ou "Feitosa", "Frasão", "Fiúsa"?
Muito obrigado.
A tradução do inglês «extra base hit» (beisebol)
No beisebol, há um tipo de rebatida em inglês chamado «extra base hit», que é quando o rebatedor consegue bater a bola e chegar na 2.ª ou 3.ª das 3 bases existentes (ao invés de ficar só na 1.ª). Gostaria de saber qual seria a forma correta de traduzir ao português: rebatida "extra-base", "extra base", ou "extrabase"?
Biossinal
Gostaria de saber se devemos escrever "biosinal", ou "biossinal". O contexto tem que ver com informática aplicada à saúde, mais precisamente, a análise e o processamento de informação a partir de dados clínicos (sinais).
Obrigada pela atenção.
Sobre as grafias de Leça, Pessanha, Ruço e Travaços
Conforme nos mostrou recentemente o nosso credibilíssimo Ciberdúvidas, a ortografia atual do apelido Bessa é Beça. Assim sendo, creio que os sobrenomes Lessa, Pessanha, Russo e Travassos passam a ser escritos de modo correto, na atual ortografia, da seguinte forma, respectivamente: Leça, Peçanha, Ruço e Travaços.
É deste modo mesmo?
Muitíssimo obrigado.
Vírgula com orações/expressões de gerúndio
Numa oração, antes de um verbo no gerúndio, pode/deve ser colocada uma vírgula, ou este, por si só, serve para o efeito e permite a ausência da mesma?
O diminutivo da palavra chinês
Agradecia que me esclarecessem sobre o diminutivo da palavra chinês.
Já verifiquei que há uma regra que diz que as palavras que têm s mantêm esta letra — Ex.: mesa — mesinha; vaso — vasinho. As palavras que não têm s ficam com z — Ex: cão — cãozinho; avô — avozinho.
Não sei se se aplica sempre ou se há alguma excepção.
Glucagom e glucagon
A forma correcta é "glucagon", ou "glucagom"? Há fontes para ambas as formas.
Obrigada.
Ainda as vogais nasais
Esta dúvida surgiu na sequência da abordagem a um exercício num manual de Língua Portuguesa, do 3.º ano de escolaridade, e foi discutida entre algumas colegas docentes, mas não conseguimos chegar a um acordo. De acordo com o mesmo manual, na palavra ontem, a vogal o é nasal. Perguntamos: e a vogal e? Algumas colegas não a consideram nasal, por não ter til nem estar junta a "n". No entanto, para além de estar junta a "m", formando o grafema "em", tem o som semelhante a "ãe", que é um ditongo nasal. Assim, agradecemos um esclarecimento relaivamente às vogais nasais.
