Margarita Correia - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Margarita Correia
Margarita Correia
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Margarita Correia, professora  auxiliar da Faculdade de Letras de Lisboa e investigadora do ILTEC-CELGAEntre outras obras, publicou Os Dicionários Portugueses (Lisboa, Caminho, 2009) e, em coautoria, Inovação Lexical em Português (Lisboa, Colibri, 2005) e Neologia do Português (São Paulo, 2010). Mais informação aqui. Presidente do Conselho Científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) desde 10 de maio de 2018.

 
Textos publicados pela autora
Os jovens têm um vocabulário reduzido?
Uma ideia a avaliar

«O conhecimento que temos, enquanto falantes de uma língua, do léxico desta, tem características particulares quando comparado com outros tipos de conhecimentos, como, por exemplo, o das estruturas das frases.»

Artigo da linguista Margarita Correia publicado originalmente no dia 14 de novembro de 2020 no Diário de Notícias.

<i>Você</i> é estrebaria?
O confronto de duas formas de tratamento

«No diálogo entre [o treinador do Benfica] Jorge Jesus e a procuradora [do julgamento do caso Football Leaks] assistimos ao confronto entre um, claramente inadequado à situação (...), e outro, conservador, de quem domina o código certo e detém o poder.»

Artigo da linguista Margarita Correia publicado em 7 de novembro de 2020 no Diário de Notícias, a propósito de um episódio que revela as subtilezas e dificuldades do uso do pronome de tratamento você em Portugal.

Do medo e do terror
Etimologia e história política

«O ato de pura barbárie cometido contra Samuel Paty a 16 de outubro [de 2020] foi um ato de terrorismo, tal como o ataque na basílica de Notre-Dame em Nice, a 29 [de outubro do mesmo ano]. O móbil destes atos é o fundamentalismo islâmico. A sua natureza é terrorista.»

Assim se refere aos dois ataques ocorridos na segunda quinzena de outubro de 2020, em França, a linguista Margarita Correia, que traça o percurso histórico das palavras medo e terror na língua portuguesa no artigo que aqui se disponibiliza com a devida vénia e que foi publicado em 31 de outubro no Diário de Notícias.

 

 

 

Acesso à informação  <br> — da obra e da sua construção
Dia Internacional do Acesso Universal à Informação

«Vivemos numa sociedade da informação, mas muito nos falta para construir uma sociedade do conhecimento, i.e. uma sociedade de indivíduos capazes de avaliar e selecionar a informação a que têm acesso, de a processar, de inter-relacionar os dados, de melhor fundamentar decisões, escolhas e atitudes», sustenta a linguista Margarita Correia a propósito do Dia Internacional do Acesso Universal à Informação, proclamado no dia 28 de setembro de 2019 na 74.ª Assembleia Geral da ONU.

Um artigo publicado em 26 de setembro de 2020 no Diário de Notícias que aqui se disponibiliza com a devida vénia.

A escola e a cidadania
Da história da palavra cidadania à sua importância na educação

«(...) [A] cidadania é, como a norma linguística, uma ferramenta de mobilidade social, que deve ser fornecida pela escola aos estudantes, pois nem todos a elas têm acesso em casa», sustenta a linguista Margarita Correia a propósito da polémica desencadeada em Portugal à volta da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento do currículo escolar não universitário.

Um artigo publicado em 19 de setembro de 2020 no Diário de Notícias que aqui se disponibiliza com a devida vénia.