Textos publicados pela autora
O pretérito perfeito e pretérito imperfeito
Pergunta: O que nos permite misturar os pretéritos perfeito e imperfeito quando contamos uma estória e, ainda assim, entendermos tudo que se passa? Por exemplo:
«Quando eu era criança, eu nadei muito.»/ «Quando fui criança, eu andava de bicicleta.»
«Comi pamonha e bebia suco.»
Quando devo obrigatoriamente usar o pretérito imperfeito?
Outra pergunta: por que quando digo «Todas as vezes em que ia a Angola, gostava de passear pelas ruas» e «Todas as vezes em que fui a Angola, gostei de passear pelas ruas», na primeira frase eu...
«Não sei se...» e modo verbal
Pergunta: Gostaria de saber qual o modo adequado na construção frasal abaixo:
«Não sei se ele esteja em casa.»
«Não sei se ele está em casa.»
«Não sei se ele estaria em casa.»
Sabemos que há um advérbio de negação que pode dar um sentido de dúvida ao verbo saber. Neste caso, a oração não deveria ser construída com o verbo no modo subjuntivo? Qual a função sintática do termo (se) na frase acima? Conjunção? Partícula de realce? Poderia colocar o sintagma verbal no final da frase?
Obrigado.Resposta: Entre as frases apresentadas,...
A classificação gramatical de que
na frase «Que coisa tão esquisita!» Pergunta: Na frase «que coisa tão esquisita» qual é a classe morfológica do que?Resposta: Na frase apresentada, que é utilizado como um intensificador expletivo (ou de realce). A frase é uma redução de uma frase exclamativa expletiva: (1) «Que coisa tão esquisita que isto é!» (= «Isto é uma coisa esquisita.»)...
na frase «Que coisa tão esquisita!» Pergunta: Na frase «que coisa tão esquisita» qual é a classe morfológica do que?Resposta: Na frase apresentada, que é utilizado como um intensificador expletivo (ou de realce). A frase é uma redução de uma frase exclamativa expletiva: (1) «Que coisa tão esquisita que isto é!» (= «Isto é uma coisa esquisita.»)...
«Isto é uma coisa incontornável!»
Guia para um adjetivo da moda
A palavra incontornável está na moda e serve para caracterizar todo o tipo de realidades. Arrisca, assim, um esvaziamento semântico, tal a diversidade de significados que vai servindo. Carla Marques propõe uma reflexão em busca dos "novos" sentidos que a palavra vai adquirindo. ...
Ainda a sintaxe do substantivo medo
Pergunta: A respeito da consulta de Amanda Krowli em 24/10/2018, podemos resumir o caso da seguinte forma?
«O medo do professor chamou a atenção de seus alunos»: «do professor» – adjunto adnominal;
«A filha sentia medo do pai»: «do pai» – complemento nominal.
A análise acima está correta?
Obrigado.Resposta: Como afirmámos aqui, consideramos que nas frases em apreço os grupos preposicionais associados a medo, “do professor” e “do pai”, desempenham ambos a função de complemento do nome....
